Cartão postal da cidade

Lago maior do Parque das Nações volta a ser enchido e será aberto ao público

A previsão é que leve 48 horas para o cenário se transformar novamente no que as pessoas estavam acostumadas, informou nesta tarde o secretário Jaime Verruck.

 

09/10/2019 17h22
Por: Redação

 
O enchimento do lago deve ser concluído nesta quinta-feira (10), quando o acesso ao público será liberado O enchimento do lago deve ser concluído nesta quinta-feira (10), quando o acesso ao público será liberado

O lago principal do Parque das Nações Indígenas, cartão postal de Campo Grande, começou a receber água novamente nesta quarta-feira (8). O lago ficou quase quatro meses esvaziado, em razão das obras de desassoreamento e revitalização do espaço.

O local será aberto ao público nesta quinta-feira (10), véspera da comemoração dos 42 anos de criação do Estado de Mato Grosso do Sul, conforme anúncio feito por Jaime Verruck, titular da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro). O acesso a região do lago estava interditado por questão de segurança.

Verruck explicou que o Governo do Estado precisava aguardar a conclusão de um laudo técnico para fechar as comportas e iniciar o enchimento do lago.

"Não poderíamos encher o lago antes de saber se a barragem, dado a obra que precisamos fazer, tinha estabilidade ou não. Então esse laudo que ficou pronto ontem (terça) confirmou a estabilidade e então a partir de hoje (quarta) vamos fazer o enchimento do lago e no período de 48 horas a gente espera que ele esteja praticamente recomposto", afirmou.

O secretário disse ainda que o Governo do Estado entendeu que a população e os turistas não poderiam continuar sem ter acesso ao espaço mais bonito do Parque das Nações Indígenas, enquanto aguarda a licitação para a recomposição do gabião. "Temos um processo licitatório que deve demorar em torno de 60 a 90 dias, então não há motivo da gente deixar nessa situação aqui e privar a população de fazer o uso do Parque", comentou.

Segundo ele, a previsão é de que a obra de reforma do gabião comece só em fevereiro do próximo ano, levando-se em consideração o tempo de conclusão do processo licitatório e também (de 60 a 90 dias) e o período de chuva, no final do ano. A obra deve custar entre R$ 800 a R$ 900 mil e, segundo Jaime Verruck, quando ele for iniciado será necessário fazer o esvaziamento parcial do lago.

Para evitar que o lago maior do Parque das Nações Indígenas volte a sofres os efeitos da erosão, o Governo do Estado concluiu o projeto de intervenção do córrego Joaquim Português, que abastece o lago do Parque. Caberá à Prefeitura executar obra de contenção do assoreamento do córrego Reveilleau, na esquina das avenidas Mato Grosso e Hiroshima.

Segundo Jaime Verruck, assim que o lago estiver cheio nesta quinta-feira o acesso ao local será liberado e também será ativado o novo sistema de iluminação com lâmpadas led, feito em parceria com a concessionária de energia elétrica Energisa.

O acesso ao parque estava interditado desde início de junho, quando o lago maior foi esvaziado para que a Prefeitura fizesse a retirada da terra trazida pela enxurrada.

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