Fecomércio

Pesquisa aponta que intenção de consumo das famílias de Campo Grande subiu pelo 4º mês

O número atingido em setembro, 98,5 pontos, é o melhor para 2018 e frente ao mesmo mês de 2017, quando foi de 80 pontos, representa um incremento de 18,5 pontos.

 

21/09/2018 09h41
Por: Redação

 

O índice de Intenção de Consumo das Famílias de Campo Grande (ICF) subiu em agosto frente a julho, passando de 97,7 pontos para 98,5 pontos. Os dados são de levantamento da Confederação Nacional do Comércio (CNC), divulgados nesta sexta-feira (21) pelo Instituto de Pesquisa da Fecomércio (IPF-MS).

De acordo com levantamento da pesquisa, esté é o qurto mês consecutivo de crescimento do ICF. A trajetória de aumento vem desde junho, quando o indicador atingiu os 89,3 pontos. Depois passou para 93,1 em julho, 97,7 em agosto e neste mês de setembro atingiu os 98,5 pontos.

O número atingido em setembro é o melhor para 2018 e frente ao mesmo mês de 2017, quando foi de 80 pontos, representa um incremento de 18,5 pontos.

"Desde o mês de junho deste ano o índice só vem aumentando e isso demonstra que o consumidor está mais confiante em uma melhora da economia, mesmo que ainda tímida e sofrendo os impactos de um período eleitoral", afirma o presidente do IPF-MS, Edison Araújo.

Uma série de indicadores da pesquisa ajuda a reforçar a percepção de que o consumidor de Campo Grande está mais confiante. No que se refere a situação do emprego, por exemplo, 35,9% dos entrevistados disseram que se sentem mais seguros em relação ao ano passado. Um percentual ainda maior, 57,4%, relataram que têm uma perspectiva profissional positiva para os próximos seis meses e 41,1% apontaram que a renda atual está no mesmo patamar da que tinham no mesmo intervalo de tempo do ano passado.

Por outro lado, uma parcela significativa dos consumidores ouvidos no levantamento, 42,5% relatou que está mais difícil obter crédito e 40,9% deles disseram que estão comprando menos do que no passado. A perspectiva de consumo, entretanto, para 55,1% é de que nos próximos seis meses se mantenha no mesmo patamar de 2017, enquanto que 17,6% revelaram que a aquisição de produtos e serviços pode até aumentar.

Mais da metade dos entrevistados, 57,2% avaliaram que este não é melhor momento para aquisição de bens duráveis, como eletrodomésticos, TV e som, entre outros.

A pesquisa foi feita com 500 pessoas nos últimos dez dias de agosto.

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