Entrada franca

Som da Concha traz mistura psicodelia e arrasta-pé neste domingo

As apresentações começam às 18 horas na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas.

 

18/11/2018 11h55
Por: Redação

 

Sons psicodélicos somados ao balanço do arrasta-pé. O Som da Concha deste domingo (18.11) contará com a criatividade de estilos diversos – mas não antagônicos – da banda Os Alquimistas e do violonista Carlos Colman. As apresentações começam às 18 horas na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas. O projeto é da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) e a entrada é franca.

Atração principal, Carlos Colman iniciou sua carreira na década de 1970 em Mato Grosso do Sul. É um entusiasta da música pantaneira e sertaneja tradicional, dos sons de viola e dos ritmos regionais e fronteiriços que inspiraram suas composições, entre elas "Castelânia".

Filho de músico e professor de violão, Colman começou no Grupo Therra. Participou da gravação de vários projetos, como Prata da Casa, Caramujo Som, Mato Grosso do Som, Festival do Chamamé e Festival do Mercosul.

Sua apresentação no Som da Concha contará com canções que navegam em vários estilos da música de raiz, entre elas a polca, o chamamé, a toada e o arrasta-pé, além de novas composições do álbum "Parceria", gravado este ano.

Já a abertura do Som da Concha fica por conta da banda Os Alquimistas, formada em 2013 pelos irmãos Leota (piano) e Perin (vocal e contrabaixo) e o amigo Boloro (baterista). Inspirados pelo gênero Psychobilly, os músicos utilizam-se de equipamentos antigos, provocando uma sonoridade única.

A banda aposta na criatividade de um repertório totalmente autoral. A inspiração veio de covers dos Mutantes, The Beatles e outros. "Pensamos que uma banda que faz cover é só uma banda, a gente quer influenciar as pessoas com nosso som", diz Perin.

A banda está lançando suas músicas autorais na internet, de forma independente. A sonoridade mescla o peso do rock, a cultura psicodélica e sons do sertão. Já as letras são bem ácidas: "tem um pouco da inquietação de outros tempos", afirma Leota.

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