26/10/2016 10h00
Em fim de gestão, Alcides Bernal pode cortar pessoal para cumprir lei
Redução começaria na saúde; proposta é diminuir até 50% do número de profissionais
Correio do Estado
Com o mandato chegando ao fim, o prefeito de Campo Grande Alcides Bernal estuda adequações no quadro de pessoal para não estourar o limite de comprometimento da receita com a folha de pagamento, estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Na prática, isso pode representar cortes de benefícios e gratificações e até mesmo demissões. Entre as primeiras áreas a serem atingidas, está a da saúde, com proposta de redução de até 50% do número de funcionários.
Até o mês passado a folha de pagamento dos funcionários públicos de Campo Grande representava 51,07% da receita, índice muito próximo ao limite prudencial, de 51,3%. Este índice considera os valores da receita corrente líquida (RCL) e da despesa total com pessoal (DTP) dos últimos 12 meses, que no caso foi de setembro de 2015 a agosto de 2016. Neste período Campo Grande arrecadou R$ 2.683.928.015,25 e usou para pagamento de pessoal R$ 1.370.756.840,11.




















