País registra 2.233 mortes por covid em 24 horas e MS teve 21 óbitos

497

O Brasil se mantém em um patamar de mortes diárias nunca observado desde o início da pandemia. Nesta quinta-feira (11), foram notificados 2.233 óbitos por covid-19, segundo maior número, conforme dados enviados pelos estados ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e ao Ministério da Saúde. Também houve acréscimo de 75.412 novas infecções confirmadas de ontem para hoje.

Com os novos números, o país chega ao acumulado de 272.889 mortes e 11.277.717 casos acumulados, dos quais o Ministério da Saúde estima que cerca de 9,9 milhões já estejam curados.

Até então, os maiores patamares de mortes diárias por covid-19 foram os seguintes:

• 10 de março de 2021: 2.286
• 9 de março de 2021: 1.972
• 3 de março de 2021: 1.910
• 5 de março de 2021: 1.800

A média móvel de óbitos dos últimos sete dias está em 1.703, aumento de 48% na comparação com a média dos sete dias anteriores registrada em 25 de fevereiro. Já a média móvel de novos casos diários atingiu o patamar de 69.141, também com alta de 34,5% em relação há 14 dias.

No Mato Grosso do Sul, infelizmente, mais 21 pessoas não resistiram as consequências da doença causada pelo coronavírus e vieram a óbito. Mais 21 histórias de vida que foram interrompidas. Com isso já totalizamos 3.537 óbitos do início da pandemia até agora.

Grande parte dos óbitos registrados são da Capital, foram oito novos óbitos. Os outros 13 óbitos são dois de Naviraí, dois de Miranda, 2 em Dourados e também 2 em Ponta Porã. Já os municípios de Itaporã, Fátima do Sul, Ivinhema, Maracaju e Três Lagoas registraram um óbito cada.

O  boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde revelou que já somamos 191.326 pessoas infectadas pelo coronavírus. Hoje foram contabilizados mais 934 novos casos, 1.194 estão em análise no Lacen, e outros 6.639 aguardam encerramento nos municípios.

Em tratamento, porém isolados em casa já são 10.002 pessoas. Já os que precisaram de internação são 780. Destes 425 ocupam leitos clínicos e outras 355 pessoas, que são casos mais graves, já ocupam leitos de UTI.