Empresários, motorista de aplicativo e associações cobram medidas assistenciais e redução do ICMS
Em carreta realizada na manhã desta quinta-feira (25) pelas ruas da Capital, motoristas de aplicativo, empresários, representantes da CDL (Câmara de Dirigentes lojistas) e da AAMS (Associação de Academias de Mato Grosso do Sul), pediram além da redução do ICMS dos combustíveis, algumas medidas para auxiliar setores do comércio do estado que vem sofrendo com as restrições.
O principal alvo da manifestação foi o Governador do estado, Reinaldo Azambuja(PSDB), que na noite de ontem assinou novo decreto intensificando restrições em todo estado, como a manutenção do toque de recolher das 20h ás 5h de segunda à sexta e a partir das 16h aos finais de semana.

“O comércio sangra, está na UTI e sem respirador”, relata presidente da CDL Adelaido Vila. Ele ressalta que a ideia é dialogar com o governo do estado, buscar medidas para salvar o setor da crise econômica sendo a principal reivindicação a isenção do ICMS, que segundo ele está sendo recolhido com os empresários de portas fechadas.
Os donos de academias também participaram da manifestação, cobrando a inclusão do setor como serviços essenciais, por terem em seu quadro de funcionários profissionais de educação física. “Como profissionais, somos essenciais assim como fisioterapeutas. Por que nas academias a atividade não é considerada essencial?” questionou Marcos Freire, representante das academias.
Os motoristas de aplicativo, que já haviam feito manifestação no último dia 17, reclamam que desde então, nada mudou, nenhuma atitude foi tomada e nenhum respaldo dado a eles que, com o aumento dos combustíveis, estariam “pagando para trabalhar”. Eles também cobram os aplicativos que não reajustaram os valores das corridas.
Os manifestantes se reuniram nesta manhã em frente ao Yotedy e seguiram até a Governadoria e, em seguida, até a prefeitura de Campo Grande, passando pelas principais ruas da cidade. O trânsito ficou congestionado durante a manifestação.




















