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De Campo Grande a Anhanduí: perigo e transtornos na BR-163

Publicado em 12/06/2017 08h15

De Campo Grande a Anhanduí: perigo e transtornos na BR-163

Ligação rodoviária da Capital ao seu maior distrito é feita por ônibus urbano

Ônibus lotado é comum. Mesmo diante da certeza do campo-grandense de que os R$ 3,55 cobrados no transporte público urbano deveriam pagar por condições mais confortáveis. A superlotação somada a um trajeto de mais de uma hora pela rodovia mais violenta do Estado torna o caminho de volta para casa não só desconfortável, mas arriscado. Esta é a situação enfrentada pelo passageiros da linha 602, entre Campo Grande e Distrito de Anhanduí, distante 58,5 quilômetros do perímetro urbano.

A adotação de linha de transporte coletivo urbano para o Distrito de Anhanduí ocorreu há quatro anos. Decreto assinado pelo ex-prefeito Alcides Bernal unificou a tarifa e o valor pago pela passagem passou a ser o mesmo tanto para os que moram na Capital como para os que vivem na região rural.

Financeiramente, a alteração até que foi considera benéfica pelos moradores. O valor pago anteriormente era de R$ 10, porém, o serviço era prestado pela Viação Canarinho. Meses antes da determinação, o contrato com a empresa foi rompido e o Consórcio Guaicurus assumiu a linha.

Correio do Estado

Ônibus projetado para circular na zona urbana embarca e desembarca passageiros em meio ao selvagem tráfego da BR-163 - Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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