Inacreditável: Mais um ‘pai’ é preso suspeito de abuso sexual a filha menor por três anos

917
Abuso sexual infantil. (Foto/Ilustrativa)

A violência sexual contra a mulher já é absurda, e fica ainda pior, quase inacreditável, quando é uma criança/adolescente a vitima e seu algoz é o próprio ‘pai’. O fato quase surreal vem aparecendo muito mais na realidade de Mato Grosso do Sul, com casos ‘descobertos’ quase que semanalmente. Assim, policias da Delegacia de Polícia Civil de Amambai cumpriram mandado de prisão, na tarde desta segunda-feira (25), contra um homem, dito ‘pai’ de uma adolescente, hoje com 13 anos, que foi acusado de abusar sexualmente da filha, desde quando ela tinha 10 anos.

Conforme a PC, a investigação só teve inicio em meses anteriores, quando a menor contou para a mãe os abusos por parte de seu genitor. A menor, acompanhada de sua mãe, procurou a Delegacia, onde relatou aos policiais que sofre violência sexual desde os 10 anos, tanto fisica como psicológica. “Ela relatou, ser constantemente ameaçada pelo pai e que, caso ela ou sua genitora denunciassem os abusos para a polícia, ele iria matá-las”, registrou a polícia.

À policía, a genitora apontou que só soube agora, onde informou que sua filha sempre foi muito fechada e que teria dificuldade de se relacionar com outras pessoas. A mãe apontou agora, que isto teve ser associado o comportamento à violência sofrida por todos esses anos.

O delegado que presidiu as investigações, então, representou pela decretação da prisão preventiva do investigado, o que foi acatado pelo Poder Judiciário. Após trabalho de investigação e de inteligência policial, uma equipe policial obteve êxito na localização do investigado, ocasião em que deu cumprimento ao mandado de prisão.

Delegacia

De acordo com a PC, na Delegacia de Polícia, o investigado foi interrogado pela Autoridade e, após, encaminhado ao presídio local, onde permanece à disposição da Justiça.

Com isso, a investigação deve ser finalizada nos próximos dias e o caso segue para apreciação do Ministério Público.

Serviço – Denúncias de casos semelhantes poderão ser realizadas através dos telefones: (67) 3481-1415  ou (67) 99987-9911 (WhatsApp).