Publicado em 16/11/2017 15h26
Diretório do PMDB adia convenção para dezembro
O presidente do partido, Deputados estadual Junior Mochi, divulgou a decisão após reunião com o ex-governador e cúpula do PMDB.
Da redação
A definição sobre o futuro do PMDB nas eleições de 2018 ficou para dezembro. A cúpula do partido decidiu nesta tarde adiar para o próximo dia 2 a convenção que estava marcada para o sábado, como reflexo da prisão do ex-governador André Puccinelli (PMDB), durante a quinta fase da Operação Lama Asfáltica. A afirmação das lideranças peemedebistas ocorreu após reunião convocada de última hora, depois da prisão de Puccinelli.
Aos jornalistas, o presidente estadual do partido, Junior Mochi, disse que o adiamento da convenção foi em “respeito” a Puccinelli e a família. “Resolvemos transferir a convenção para o próximo dia 2, embora o André tenha dado carta branca qualquer que fosse a decisão da executiva. Entendemos que deveríamos transferi-la em respeito a ele e a todos esses acontecimentos que houveram e a própria família.”
O adiamento da convenção foi informado depois que uma comissão de lideranças foi ao apartamento do ex-governador e conversou com ele. O grupo era formado pelos senadores Simone Tebet e Waldemir Moka, pelo deputado federal Carlos Marun, pelo atual presidente do partido, deputado estadual Junior Mochi, além da ex-vereadora Carla Stephanini e do ex-vererador Vanderlei Silva Matos
Anteriormente agendada para o dia 11 de novembro, a convenção havia sido adiada para este sábado, 18, para não concorrer com as convenções de PSDB e PDT.
Questionada sobre o assunto, a senadora Simone Tebet afirmou que, no que depender dela, Puccinelli ainda irá assumir o comando da legenda.
O deputado federal Carlos Marun explicou a decisão de adiar o evento. “Se a convenção fosse no sábado seria monopolizada pelo assunto da prisão”, disse.
Para lideranças ouvidas pelo Midiamax, Puccinelli continua sendo o principal nome do partido no Estado e ainda deve ser eleito presidente da legenda.



















