Agentes de saúde protestam em frente a Prefeitura pelo cumprimento de Leis Federais

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Agentes de saúde e de combate às endemias fazem protesto em frente a Prefeitura de Campo Grande (Foto: Redes Sociais)

Agentes de saúde voltaram a protestar em frente a Prefeitura de Campo Grande nesta quarta-feira (25) cobrando o pagamento do adicional de insalubridade e o cumprimento de 10 das 40 horas de jornada de trabalho em escritório ou outro local escolhido pelo servidor.

De acordo com a categoria, os pedidos estão garantidos através da Lei Federal 11.350, no qual aponta que o trabalho “em condições insalubres” possui garantia do adicional, calculado sobre a remuneração, sendo 20% do salário-base que é de R$ 2,6 mil na Capital. E a Lei 6.950/2022, que trata da jornada de trabalho de 30 horas exercídas nas ruas.

Entre os manifestantes estava presente o vereador Marcos Tabosa (PDT), que também é o presidente do Sisem (Sindicato dos Servidores Municipais de Campo Grande). “Estamos aqui pela insalubridade, que desde maio do ano passado, não há pagamento”, afirmou, se referindo à emenda 120 da lei, que especificou o valor da taxa.

Sobre a insalubridade, o vereador lembrou que a categoria tem como função fazer visitas em residências e que atendem a pessoas acometidas por doenças contagiosas. “Os agentes atendem pessoas com tuberculose, covid. Eles entram dentro de casas para fazer o acompanhamento”, defendeu Tabosa.