Obras na MS-436 avançam e chegam à fase final entre Camapuã e Figueirão

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Restauração da MS-436 deve impulsionar economia no norte de MS (Foto: Álvaro Rezende)

Rodovia estratégica recebe investimento superior a R$ 248 milhões

Quem percorre a MS-436 já começa a notar a mudança no asfalto e no ritmo das obras. A rodovia que conecta Camapuã a Figueirão entra na fase final de restauração e passa a simbolizar um avanço na integração regional e no desenvolvimento econômico do norte de Mato Grosso do Sul.

Com investimento superior a R$ 248 milhões, a obra contempla a recuperação de 111 quilômetros da estrada, do entroncamento com a BR-060, em Camapuã, até a ligação com a MS-223, em Figueirão. O projeto é resultado de uma parceria entre o Governo do Estado e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Dividida em dois lotes, a restauração avança em ritmo acelerado. O primeiro trecho, que vai de Camapuã até a região da Pontinha do Cocho, tem 61,6 quilômetros e recebeu aporte de R$ 140,5 milhões. De acordo com o governo estadual, cerca de 76% dos serviços já foram concluídos.

O segundo lote compreende 49,9 quilômetros entre a Pontinha do Cocho e Figueirão. Segundo a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), aproximadamente 80% das obras estão prontas, com investimento de mais R$ 108 milhões.

Obras na MS-436 avançam e chegam à fase final entre Camapuã e Figueirão

Para o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, a restauração da MS-436 é estratégica para fortalecer a logística e a integração entre os municípios da região. Segundo ele, a obra melhora a fluidez do tráfego, amplia a segurança viária e cria melhores condições para o escoamento da produção agropecuária.

Além de impulsionar a economia local, a recuperação da rodovia deve reduzir o risco de acidentes, aumentar a mobilidade e diminuir os danos aos veículos que utilizam a via. A MS-436 é um corredor importante para moradores da região e também para motoristas de estados vizinhos, como Goiás e Mato Grosso, que utilizam o trajeto com frequência.