
Mobilização organizada por veterinários e grupos de proteção animal acontece neste domingo (1º), na Praça do Rádio, cobrando justiça e responsabilização dos envolvidos
A cidade de Campo Grande será palco de mobilização neste domingo (1º) em resposta à morte do cão comunitário Orelha, vítima de agressões em Florianópolis. Grupos de proteção animal, profissionais veterinários e moradores se reunirão na Praça do Rádio, no centro da Capital, para cobrar justiça e responsabilização dos envolvidos no caso.
A mobilização é organizada pelo SindiVet-MS (Sindicato dos Médicos Veterinários de Mato Grosso do Sul) e pelo movimento Lute Vet, e terá início às 16h30. O ato busca dar voz à causa animal e pressionar por políticas públicas efetivas de proteção aos animais, reunindo cidadãos preocupados com o bem-estar animal e profissionais da área.
O caso que motivou o protesto ganhou repercussão nacional. O cão Orelha sofreu agressões graves, principalmente na cabeça, que resultaram em eutanásia durante atendimento veterinário. Quatro adolescentes são investigados pela Polícia Civil de Santa Catarina, dois dos quais estavam nos Estados Unidos e tiveram pertences apreendidos ao retornarem ao país para colaborar com as investigações.
As manifestações em Campo Grande integram uma série de atos em diversas cidades brasileiras. Em Florianópolis, cidade onde o crime ocorreu, o protesto está marcado para domingo, às 10h, no trapiche da Avenida Beira Mar Norte. Outras capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador, também realizam atos de protesto durante o fim de semana, reforçando a mobilização nacional.
Segundo os organizadores, o objetivo é que a indignação gerada pela morte de Orelha não se limite às redes sociais, mas se transforme em ações concretas, chamando atenção da sociedade e das autoridades para a necessidade de responsabilização e proteção de animais em todo o país.



















