Salas comerciais, prédio e terreno em Campo Grande e Água Clara vão a leilão no dia 12 de fevereiro
Salas comerciais, prédios e terrenos que já fizeram parte da estrutura dos Correios vão a leilão ainda neste mês em Mato Grosso do Sul. A estatal inicia, em fevereiro, uma nova etapa do Plano de Reestruturação, com a venda de imóveis próprios em todo o país, em um processo que inclui três propriedades localizadas no estado.
Os primeiros leilões estão marcados para os dias 12 e 26 de fevereiro e serão realizados de forma 100% digital, com participação aberta a pessoas físicas e jurídicas. Nesta fase inicial, 21 imóveis entram em oferta imediata, distribuídos por 13 estados brasileiros.
A iniciativa faz parte de um conjunto de medidas estratégicas adotadas pelos Correios para reorganizar a estrutura financeira, reduzir custos fixos e recuperar a capacidade de investimento. A expectativa da empresa é arrecadar até R$ 1,5 bilhão até dezembro, valor que será destinado à modernização da infraestrutura logística, ao fortalecimento das operações e à sustentabilidade de longo prazo da estatal.
Imóveis em Mato Grosso do Sul
Em Mato Grosso do Sul, os leilões ocorrem no dia 12 de fevereiro, às 14h (horário de Brasília), e incluem imóveis localizados tanto na capital quanto no interior do estado. Ao todo, três propriedades estão disponíveis.
Em Campo Grande, serão leiloados:
- Uma sala comercial de 35,64 m², localizada no Condomínio Terminal do Oeste, na antiga Rodoviária da capital;
- Um prédio com 353,24 m², situado na Rua João Rosa Pires, nº 211, no bairro Amambaí.
Já no interior, em Água Clara, está à venda um terreno de 800 m², que abriga um prédio comercial de 160 m².
Leilões em todo o país
Além de Mato Grosso do Sul, os certames incluem imóveis localizados na Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo. O portfólio reúne prédios administrativos, antigos complexos operacionais, terrenos, galpões, lojas e apartamentos funcionais.
Os valores iniciais variam de R$ 19 mil a R$ 11 milhões, o que, segundo os Correios, amplia o acesso a investidores de diferentes perfis. A empresa ressalta que a alienação dos imóveis não impacta a prestação de serviços à população.
A direção dos Correios afirma que segue focada na execução do Plano de Reestruturação, que envolve ações de curto, médio e longo prazos para restabelecer o equilíbrio econômico-financeiro, ampliar a eficiência operacional e garantir um futuro sustentável para a estatal.
As informações completas sobre os leilões — incluindo editais, fotos dos imóveis, descrição dos lotes, condições de participação e cronograma — estão disponíveis nos canais oficiais dos Correios e no site da leiloeira.











