Jovem de 20 anos morreu no local; sobrinho que estava na garupa foi socorrido em estado gravíssimo
Um acidente grave registrado na noite deste domingo (5), em um dos cruzamentos movimentados de Campo Grande, terminou com a morte de um motociclista e deixou outro militar em estado gravíssimo. A colisão aconteceu na Avenida Fábio Zahran, esquina com a Rua Tatuí, na Vila Carvalho, após a motocicleta avançar o sinal vermelho e atingir um carro que realizava conversão.
Militar da Aeronáutica, de 20 anos, morreu no local depois de bater a moto que conduzia contra um Fiat Palio. O sobrinho dele, de 18 anos, que estava na garupa, sofreu traumatismo cranioencefálico e foi socorrido em estado gravíssimo.
De acordo com o boletim de ocorrência, o motorista do carro relatou à polícia que seguia pela avenida no sentido Centro–bairro e iniciou uma conversão à esquerda para acessar a Rua Tatuí quando ocorreu a colisão. Ele afirmou que o semáforo estava verde no momento da manobra.
O acidente foi presenciado por um motorista que trafegava atrás da motocicleta. Segundo o relato, o sinal teria fechado para os veículos da avenida, fazendo com que ele e outra motocicleta parassem. No entanto, o piloto da moto teria avançado o sinal vermelho, atingindo o carro.
Após o impacto, o condutor do Palio desceu do veículo e tentou prestar socorro às vítimas até a chegada do Corpo de Bombeiros. Os militares constataram o óbito do motociclista ainda no local. A vítima sofreu politraumatismo. O passageiro da motocicleta, também militar da Aeronáutica, foi entubado e encaminhado em estado gravíssimo para a Santa Casa.
Familiares informaram que o tio levava o sobrinho até a Base Aérea de Campo Grande (BACG), onde ambos atuavam.
Equipes do Batalhão de Polícia Militar de Trânsito (BPMTran) estiveram no local e constataram que o motociclista não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
O motorista do carro realizou teste do bafômetro, que apontou resultado negativo para ingestão de álcool.
A Polícia Civil e a Perícia Técnica fizeram os levantamentos no local. Segundo os peritos, os danos nos veículos e as marcas encontradas no asfalto são compatíveis com a versão apresentada pelo motorista e pela testemunha.
O caso segue sob investigação.



















