
Ajustes jurídicos finais separam treinador italiano da assinatura do novo vínculo
A menos de um mês da convocação oficial para a Copa do Mundo, a CBF trabalha para garantir a permanência de Carlo Ancelotti no comando da seleção brasileira até 2030. Segundo o presidente da entidade, Samir Xaud, as negociações para renovação do contrato estão em fase final e a assinatura pode ocorrer antes mesmo da divulgação da lista para o Mundial, prevista para 18 de maio.
A declaração foi dada por Xaud após o Congresso da Fifa, realizado em Vancouver, no Canadá. De acordo com o dirigente, faltam apenas ajustes jurídicos para oficializar o novo vínculo com o treinador italiano.
“A ideia é que na convocação ele já esteja com o contrato assinado. Restam ajustes jurídicos, coisas básicas. O desejo dele e da CBF é renovar”, afirmou o presidente da confederação.
Caso o acordo seja confirmado, Ancelotti seguirá no comando da seleção brasileira também no ciclo da Copa do Mundo de 2030, que será sediada por Espanha, Portugal e Marrocos.
O treinador continuará entre os técnicos mais bem pagos do futebol mundial. O atual contrato prevê salário de cerca de 10 milhões de euros por ano — aproximadamente R$ 5 milhões por mês na cotação atual.
Além da remuneração fixa, o acordo também inclui bônus por desempenho. Em caso de conquista do hexacampeonato na Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, Ancelotti receberá um prêmio de 5 milhões de euros, equivalente a cerca de R$ 31,7 milhões.
Para a direção da CBF, a renovação é vista como uma forma de dar continuidade e estabilidade ao projeto esportivo da seleção brasileira.
“Confiamos muito nele. Não é à toa que estamos próximos da assinatura para 2030. Estamos muito bem representados”, completou Samir Xaud.



















