‘Até o Fim’, longa-metragem que vai mostrar MS ao mundo terá incentivos da MSGÁS

271
(Foto: Divulgação/MSGás)

Um filme recheado de referências e reverências à cultura sul-mato-grossense

Luz, câmera e ação! Esta é a premissa do ‘Longa-metragem: Até o fim’, que nasceu há 4 anos com objetivo de reproduzir uma história que tivesse em seu DNA as características de Mato Grosso do Sul. Selecionado para receber o repasse de recursos de incentivos fiscais da seleção pública lançada em 2021 pela MSGÁS (Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul) no valor de R$ 290 mil, beneficiará toda uma cadeia de profissionais e empresas do audiovisual sul-mato-grossense. 

O cineasta e diretor Filipi Silveira, detalhou sua experiência em um caminho de produções de curtas que transitavam por festivais no Brasil e no exterior, e explica que entendeu que era chegada a hora de dar um novo passo e assim nasceu o desejo de desenvolver o projeto. Para isso convidou o amigo roteirista Sergio Virgilio e, juntos, desenvolveram uma história que fosse comunicável com o mundo todo. 

Silveira conta que o projeto é um filme que vem com muitos temas abordados. “Como a conquista da individualidade da mulher, a consciência das consequências da escravidão para o povo negro, a preservação da natureza, traumas, alcoolismo e empoderamento feminino. Um filme recheado de referências e reverências à cultura sul-mato-grossense em seus diversos aspectos, cuja história se passará no Pantanal”, relata Filipi. 

Com a inigualável estética do Estado e suas particularidades, o enredo conta a jornada da personagem Elis, uma escritora que busca a sua individualidade enquanto se reconecta com a história de sua família em uma fazenda no Pantanal.

“Todo processo de seleção de projetos levou em conta benefício para Mato Grosso do Sul, e acreditamos muito que esse trabalho possa levar nome do nosso Estado para todo país e fora do Brasil, destacando muito de nossas qualidades e atrativos”, destacou o diretor-presidente da MSGÁS, Rui Pires dos Santos.  

O projeto atualmente está na fase pré-produção, ou seja, no processo de pesquisas, locação e preparação dos cenários para o filme. “O recurso chega de forma potente para que possamos realizar este projeto da melhor forma possível, pois o audiovisual é um trabalho caro, pois além de envolver muitos profissionais, às necessidades tecnológicas são muitas, e elevadas.”, pontua Filipi Silveira.

Além de gerar empregos, a produção audiovisual também é uma ferramenta para a construção de conhecimento onde se pode educar, informar, apresentar ou até mesmo divulgar através de uma obra. 

“As expectativas são as melhores possíveis para que possamos produzir um filme potente, que traga debates e leve a nossa produção cinematográfica pelo Brasil e pelo Mundo. O sentimento para mim é gratidão pela MSGÁS, que para mim, está atuando de forma exemplar em MS e de responsabilidade, sendo referência para outras empresas no Estado.” finaliza o diretor do projeto.