Com 40 milhões de documentos emitidos, estudos mostram que a nova Carteira de identidade Nacional é 10 vezes mais segura do que o RG antigo. A afirmação é da ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, em entrevista à Voz do Brasil nesta sexta-feira (3/1°)
“Ela é mais segura para as pessoas, para evitar fraudes com o nome delas. A Carteira de Identidade Nacional vai ser, na nossa visão, uma porta de entrada para uma plataforma serviços, para permitir que o governo conheça as pessoas e possa ofertar um serviço personalizado para cada um”, disse.
A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) utiliza o número do CPF como número único de identificação. O documento está disponível em formato digital, em papel e cartão, e possui o código QR, garantindo a segurança dos dados do cidadão. A primeira emissão em papel é gratuita.
A ministra explicou que o novo documento também será a base biométrica que está sendo exigida para usuários de benefícios sociais. “A partir de janeiro de 2028 todo mundo que quiser ter um novo benefício social deverá ter a carteira emitida”, disse.
A emissão da Carteira de Identidade Nacional é de responsabilidade dos estados e passa por um processo de aceleração. O cidadão precisar entrar no site do órgão responsável em cada estado, fazer o agendamento e comparecer na data marcada com os documentos necessários.
“Se você quiser levar todos os documentos que você tem vai tudo constar na Carteira de Identidade Nacional, inclusive tipo sanguíneo”, explicou Esther Dweck.
CPNU
Outro assunto abordado na entrevista à Voz do Brasil foi a realização do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) que já conta com duas edições. Segundo Esther Dweck, o certame tem o objetivo dar ao serviço público a cara do Brasil.
“O CPNU não é simplesmente um concurso público, ele é uma política pública de aumento da diversidade dentro do setor público”, afirmou.
Compras públicas
Usar as contratações públicas para o desenvolvimento nacional com participação dos estados e municípios é um dos esforços do Governo Federal, segundo a ministra Esther Dweck. “Chegamos a uma proposição de uma estratégia que permite que estados e municípios possam aderir à estratégia nacional. São quatro eixos, o econômico, o social, o ambiental e o eixo de gestão”, explicou a titular da pasta da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
A lógica, segundo ela, é pensar melhor como se faz os processos de contratação para fomentar nosso desenvolvimento econômico, social e ambiental.



















