Caso Mayara: Defesa de acusado convoca coletiva para amanhã e promete reviravolta no caso

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Publicado em 18/10/2017 19h18

Caso Mayara: Defesa de acusado convoca coletiva para amanhã e promete reviravolta no caso

Advogado convocou coletiva de imprensa, após localização do aparelho de celular do acusado, Luis Alberto Bastos Barbosa

Da redação

O advogado de defesa de acusado pela morte da misicista musicista Mayara Amaral, convocou na tarde de hoje (18), uma coletiva com a imprensa para quinta-feira (19), na sala da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), no Fórum de Campo Grande. A defesa afirmou que haverá uma reviravolta no caso, após a localização do aparelho celular do cliente, o baterista, Luis Alberto Bastos Barbosa.

O advogado Conrado Passos, não adiantar o assunto, mas garantiu que o conteúdo pode mudar o andamento do processo. Durante as investigações sobre o assassinato, o baterista teria dito possuir um aparelho celular, mas em seguida teria voltado atrás afirmando que tinha perdido o aparelho em um bar dias antes do crime.

O smartphone foi encontrado por uma funcionária de um bar localizado na Rua 15 de Novembro, em Campo Grande, e entregue ao delegado Paulo Henrique Sá, que encaminhou o aparelho à Defurv (Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos).

Conforme o processo, no dia 5 deste mês foi feito um pedido de representação à Justiça para uma perícia no aparelho, que pode conter informações relevantes para o crime.

O Crime

O corpo de Mayara foi encontrado desfigurado em estrada que leva à região do Inferninho, em Campo Grande, no começo da noite do dia 24 de julho.

O inquérito da Polícia Civil sobre o assassinato foi entregue ao Ministério Público Estadual (MPE) no dia 7 de agosto.

Foram ouvidas 20 testemunhas sobre o caso e o documento foi finalizado com 300 páginas, onde delegada responsável pelo caso, Gabriela Stainle, da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv), concluiu que Luís agiu sozinho.

No inquérito policial, Luís foi indiciado por latrocínio e ocultação de cadáver. Outras duas pessoas foram presas sob suspeita de envolvimento no crime. Ronaldo da Silva Olmedo, 30 anos, conhecido como Cachorrão, foi indiciado por tráfico de drogas. Anderson Pereira, 31, acabou indiciado por receptação do veículo de Mayara.

Luís Alberto Bastos Barbosa, apontado pela polícia como o autor do assassinato de Mayara