Entre histórias de recomeço, Lia Nogueira entrega emenda a projeto que resgata vidas

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Foto: Assessoria

A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) visitou a Comunidade Terapêutica Projeto Jaboque, em Campo Grande, para entregar oficialmente a emenda parlamentar de 2025 no valor de R$50 mil e acompanhar de perto o trabalho desenvolvido na reabilitação de dependentes químicos. O recurso será aplicado na compra de beliches, aparelhos de ar-condicionado e ventiladores, reforçando a estrutura de acolhimento e a rotina de quem está em tratamento.

Durante a visita, Lia Nogueira percorreu as instalações, conversou com a equipe e ouviu histórias de pessoas que estão tentando romper com o ciclo da dependência e reconstruir a própria vida. “A gente sai daqui diferente. Porque não é teoria, é vida real. É gente lutando todos os dias para recomeçar”, afirmou a deputada.

A entidade é conduzida pela pastora Sheila, que compartilhou sua própria trajetória e o propósito do projeto. Ela contou que já viveu em situação de rua e que hoje dedica a vida ao acolhimento e à recuperação de pessoas em vulnerabilidade. “Eu sou testemunha viva. Um dia eu estive do outro lado e hoje eu trabalho com quem enfrenta a dependência. Existe recuperação para quem quer. Funciona, tem jeito”, disse.

O Projeto Jaboque tem capacidade para mais de 70 acolhidos e recebe pessoas de diferentes municípios de Mato Grosso do Sul. Lia destacou que apoiar a estrutura é parte do cuidado e influencia diretamente a permanência e a rotina de quem está no processo. “Não adianta falar em recuperação sem condições. Estrutura também é dignidade. Essa emenda é para ajudar esse trabalho a continuar de pé”, declarou.

Um dos acolhidos relatou que está em recuperação com acompanhamento profissional e que o projeto tem sido decisivo para reorganizar a vida. “Hoje eu estou bem e sendo acompanhado. Aqui eu consegui retomar minha profissão e minha vida social. Sou muito grato”, afirmou.

Para Lia Nogueira, iniciativas como o Projeto Jaboque merecem atenção constante porque atuam onde a necessidade é urgente e silenciosa. “Quando a gente fortalece quem está na ponta, a gente não está ajudando só uma pessoa. A gente está ajudando uma família inteira a respirar de novo”, completou.