Grupo de esportistas faz campanha de doação de sangue para vítima de atentado em Campo Grande

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Publicado em 29/07/2017 09h40

Grupo de esportistas faz campanha de doação de sangue para vítima de atentado em Campo Grande

Nelson Miashiro Tobaru foi atingido por vários tiros na última quinta-feira (27). Ele disputaria o 27º Torneio Interestadual de tênis de mesa neste fim de semana.

G1 MS

O grupo Piratas Pantaneiros Futebol Clube organizou uma campanha de doação de sangue neste sábado (29) para o motorista parceiro do Uber Nelson Miashiro Tobaru, de 38 anos, vítima de vários disparos de calibre 12 e 380, no Jardim Carioca, em Campo Grande, durante um atentado há três dias.

Segundo a página do grupo em uma rede social, a ação será realizada no Hemosul, às 10 h (de MS), e uma hora depois será feita uma corrente de oração. No centro é necessário dar o nome de Nelson Tobaru para que a doação seja direcionada. Ele ainda iria disputar o 27º Torneio Interestadual de tênis de mesa neste fim de semana em dupla.

Segundo a Santa Casa, para onde foi encaminhado, o motorista levou dois tiros de raspão, um no rosto e outro no ombro. Um outro disparo atingiu as costas e o projétil ficou alojado.

Além do motorista ferido que não conhecia os passageiros, dois homens morreram no atentado que aconteceu na última quinta-feira (27) por causa de uma briga de vizinhos.

Segundo informações da polícia, Maickon Alves Marques, 22 anos, e Reynam Felipe Alves Oliveira, 20 anos, teriam atirado contra os filhos de Joaquim Rodrigues de Oliveira, que morreu em briga com Antônio Marques, avô de Maickon.

Maickon é suspeito de matar Joaquim na noite de domingo (23), no Jardim Campo Alto, depois que Joaquim discutiu e matou Antônio, avô de Maickon, de acordo com a polícia.

Conforme o registro policial, populares disseram que os disparos foram efetuados por quatro passageiros de um veículo de passeio dourado, dois em uma motocicleta preta e uma caminhonete preta.

Nenhum suspeito havia sido preso até a publicação desta reportagem. A polícia ainda investiga, mas a suspeita é de acerto de contas.

Campanha feita na rede social (Foto: Facebook/Reprodução)