Tragédia

Após receber prints de mensagens, policial mata esposa e suposto amante

 

06/10/2019 08h06
Por: Redação

 
Rua onde a vítima Fernando foi morto. JPNews Rua onde a vítima Fernando foi morto. JPNews

Desconfiado de que estava sendo traído, o policial militar ambiental Lúcio Roberto Queiroz da Silva, 36 anos, matou a tiros na noite deste sábado (5) a esposa Regianni Rodrigues Araújo, 32, e o suposto amante, o corretor de imóveis, Fernando Enrique Freitas, 31, em Paranaíba.

O duplo homicídio, motivado por ciúmes e uma suposta traíção, teria ocorrido depois que o policial ter recebido em seu aparelho celular 'prints' de mensagens trocadas entre a esposa e o corretor de imóveis que comprovariam o relacionamento extra-conjungal, segundo informações do JP News.

O policial teria vasculhado o celular da esposa e, ao não encontrar vestígios das mensagens, teria partido à procura do corretor, que fica próximo ao Centro de Eventos Carnaíba, na Rua Osvaldo Silva Brandão.

De acordo com relatos do boletim de ocorrência, registrado pela Polícia Militar (PM), junto à Polícia Civil, a sogra e esposa de Fernando estavam na casa e disserm de Lúcio chegou alterado e com a arma na mão, entrando em luta corporal com a vítima na sala do imóvel e logo após efetuou disparos de arma de fogo. fernando saiu correndo e caiu morto no quarto.

Transtornado Lúcio teria retornado para a residência dos pais, onde a esposa estava, e atirado contra ela no sofá da sala, com marca de entrada de projétil do lado direito, abaixo das costelas, segundo relatos do próprio pai do autor.

O pai ainda disse que tentou segurar o filho para que ele não utilizasse a arma de fogo contra a nora, porém, não conseguiu evitar o crime. Após os disparos, o autor deixou a arma de fogo, uma pistola calibre .40 pertencente a PM, co carregador vazio na estante da sala e saiu em um veículo Fiat Siena com placas de Paranaíba.

Equipes da Polícia Militar realizaram diligências pela cidade, porém o autor não foi localizado. O caso foi registrado como homicídio simples e feminicídio.

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