Nova fase da Operação Nova Aliança, na fronteira, destruiu 330 toneladas de maconha

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Foto: Divulgação

Chegou ao fim nessa segunda-feira (11) a 41ª edição da Operação Nova Aliança, promovida pela Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) e a Polícia Federal brasileira e que objetiva eliminar os campos de produção de maconha e cocaína na fronteira.

Ao todo, foram 12 dias de investida que resultou na eliminação de 330 toneladas de maconha na Reserva Natural Morombi, no departamento de Canindeyú.

Também foram destruídos 109 hectares de roças em fase de crescimento. Cada hectare produz, em média, três toneladas de maconha pronta para o consumo.

Outras duas toneladas da droga picada ou já embalada em tabletes foram queimadas junto com os 18 acampamentos narcos localizados no meio da mata.

Nova fase da Operação Nova Aliança, na fronteira, destruiu 330 toneladas de maconha
Foto: Divulgação

A droga era cultivada através da exploração de mão de obra de trabalhadores rurais, sendo que as fazendas eram comandadas por facções organizadas do Brasil.

Ainda segundo a Senad, o prejuízo para o crime organizado foi estimado em 9,8 milhões de dólares. Ninguém foi preso e todos os trabalhadores foram liberados.

Apenas nesse ano de 22023, a parceria entre PF e a Senad deflagrou seis fases da Operação Nova Aliança nos departamentos de Amambay e Canindeyú;

Somando todas essas, foram 3.879 toneladas de maconha destruídos e 430 acampamentos desmontados.