Publicado em 28/04/2017 15h15
Organização estima que 60 mil participaram de protesto na Capital
Sindicalistas avaliam manifestação como “melhor que o esperado”
Ato na Praça do Rádio Clube encerrou passeata de greve geral em Campo Grande. Para o sindicalista da Força sindical, Idelmar da Mota Lima avaliou o movimento como positivo e disse que a maior conquista foi ver a população “em massa” nas ruas.
“Temos aqui com certeza mais de 50 mil pessoas. Nenhum movimento conseguiu isso em Campo Grande. Conseguimos unir sindicatos e população”, pontuou, enfatizando que a manifestação cumpriu seu papel. “O recado está dado. Os políticos têm que olhar isso aqui e ver que estamos descontentes com o que eles estão fazendo”, disse.
Para o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Jeferson Borges, o protesto foi melhor que esperado. “Tivemos uma resposta muito boa das bases sindicais e tivemos mais de 60 mil pessoas nas ruas. Os sindicatos se uniram e isso foi muito bom”.
O sindicalista comentou ainda que caso as manifestações, que ocorrem hoje em todo Brasil, não paralisarem a tramitação das reformas trabalhista e previdenciária em Brasília, os sindicatos vão protestar na capital federal. “Já existe essa deliberação. Se não formos chamados para sermos ouvidos sobre as reformas, se não quiserem ouvir nossa posição, vamos para Brasília protestar no Congresso”, sustentou.
A manifestação reuniu pelo menos 60 mil pessoas segundo a organização, mas a Polícia Militar, que considerou o protesto “ordeiro e pacífico”, segundo o tenente Andrew Nascimento, contabilizou 30 mil manifestantes, que se dispersaram ao chegar na Praça do Rádio Clube.
Correio do Estado




















