28/01/2015 08h30
Polícia de MS mantém sigilo em caso de bomba achada em local de posse
G1/MS
A Polícia Civil mantém sigilo nas investigações sobre o artefato encontrado no dia 2 de janeiro, em Campo Grande. O objeto foi encontrado embaixo de uma mesa, um dia após a posse dos secretários do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB). Nesta terça-feira (27), o delegado Edilson dos Santos, titular da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros (Garras), disse que a polícia não repassará informações até que as buscas sejam concluídas.
“Ainda não recebemos todos os laudos e as investigações seguem sob sigilo. Temos 30 dias para concluir o inquérito, mas como o prazo está vencendo, podemos solicitar uma nova data para encerrar as buscas”, afirma o delegado. Sobre possíveis suspeitos de colocarem o artefato no local, o delegado diz que também não divulgará informações.
No dia 15 de janeiro, a delegacia recebeu um laudo emitido por um explosivista da Polícia Militar (PM). A bomba continha pólvora pirotécnica, substância seria capaz de ferir pessoas presentes no evento. Além disso, ela teria sido feita por especialista, principalmente pela junção dos fragmentos, segundo disse na ocasião o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).
Entenda o caso
A bomba foi localizada por funcionários de uma empresa terceirizada, que desmontavam o palco e a localizaram embaixo de uma mesa de autoridades, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo. De acordo com a PM, o material tinha dois canos de PVC de cerca de 30 centímetros, substâncias explosivas e um relógio timer. Na ocasião, o chefe de segurança institucional do governo, Nelson Antônio da Silva, disse que uma vistoria foi feita antes do início do evento que nada foi encontrado.



















