03/02/2015 13h30
Polícia estoura boca e apreende mais de R$ 7 mil
Dourados News
Mais de R$ 7 mil e porções de crack foram apreendidos por policiais militares da Rotai (Rondas Ostensivas e Táticas do Interior) na noite da segunda feira (2) em Três Lagoas. O fato ocorreu por volta das 23h em um bar localizado na rua Tancredo Tarso Cardoso no Bairro Jardim Carioca.
De acordo com o boletim de ocorrência, uma mulher identificada por “Nete” foi presa. O comparsa dela, um homem de 37 anos, conhecido como “Robin” conseguiu fugir durante a ação policial.
Os policiais estavam em ronda ostensiva pelo bairro quando foram abordados por uma pessoa que não quis se identificar. O denunciante informou aos policiais que no estabelecimento funcionava um ponto de venda de drogas.
Ainda segundo o site, os militares foram informados que o entorpecente geralmente ficava sob o balcão do bar ou na roupa intima da dona do estabelecimento.
Diante as informações repassadas, a guarnição resolveu verificar a veracidade dos fatos.
No momento da abordagem, a dupla apresentou comportamento duvidoso e negou o tráfico, porém, um dos policiais conseguiu visualizar próximo ao balcão, retalhos plásticos utilizados para embalar drogas.
Ao perceber a ação, “Robin” empreendeu fuga do interior do bar, pulando o muro de residências próximas e mesmo sendo perseguido pelos policiais, conseguiu escapar.
Com a atitude do companheiro, a mulher começou a dizer que não possuía envolvimento com o tráfico. Porém, durante vistoria em um cômodo usado como depósito, foi encontrado dentro do engradado de bebidas, uma garrafa “pet” pequena contendo uma porção de crack, embalados prontos para à venda. Questionada, a mulher alegou desconhecer a origem da droga.
Ela ainda apontou uma mala de roupas dizendo ser do rapaz que fugiu e dentro da mala foram encontrados mais de R$ 7 mil em notas e moedas, que negou saber a origem.
Em continuação das buscas, dentro da bolsa dela foi encontrado um celular com queixa de furto, um par de alianças e um pingente aparentando ser de ouro ainda com etiquetas. “Nete” novamente negou ter qualquer tipo de conhecimento a respeito do material encontrado.
Diante os fatos ela recebeu voz de prisão sendo levada a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) para esclarecer os fatos.




















