O preço da carne, bovina principalmente, está bem alto, como vemos e ‘sentimos’ nos mercados e açougues de Campo Grande, bem como ao que parece por todo o Brasil. Mas, além de estar ‘caro’, o consumidor ainda tem que pesquisar muito, porque de um lugar para o outro, o preço fica ainda mais ou menos, bem menos, acessível. Assim, além da realidade diária, uma pesquisa do Procon Capital, aponta uma diferença de 189% entre os comércios.
O levantamento foi realizado na semana passada, entre os dias 22 e 23 de julho, onde se percorreu 18 estabelecimentos comerciais para se ver os preços praticados nos cortes das carnes bovina, suína e ave. Foram visitados nove casas de carne e nove supermercados. A maior margem percentual foi no corte de ave/ coração, que registrou a diferença máxima dos 189%.
Conforme dados da pesquisa municipal, o corte da carne bovina/ponta de costela apresentou uma diferença de 133%, e o corte da carne suína/lombo aparece com uma variação de 125%. Já o corte de carne/ peito de ave aparece com diferença de 109% na variação de preço.
O preço em si, no dinheiro, fica como exemplo, o caso do corte de ave/coração, onde o menor preço praticado conforme os locais pesquisados foi de R$ 15,99 e o maior preço atingiu R$ 45,99, com diferença de 189%. Outro corte de carne com variação expressiva foi a bisteca suína, com uma diferença de 167% na variação de preço, tendo o menor preço de R$ 19,99 e maior preço de R$ 31,49.
Preços em dois anos
A análise utilizada se baseia na comparação com pesquisa realizada em dezembro de 2019, pelo forte impacto causado pelos valores desses produtos, principalmente o item da carne bovina , com o intuito de mensurar a alta dos preços entre aquele período e o atual momento que vivenciamos com a pandemia da Covid-19.
A tabela com os valores praticados nos estabelecimentos pesquisados pode ser acessada AQUI



















