Prefeita interina vence eleição suplementar em Sidrolândia

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Prefeita eleita, Vanda Camilo (PP), ao lado do deputado estadual Gerson Claro (PP).

Ela teve 52,40% dos votos e derrotou Enelvo Felini (PSDB), que ficou em segundo lugar, com 47,60%

Vanda Cristina Camilo, do Progressistas, foi eleito neste domingo (13), prefeita de Sidrolândia. A vice-prefeita eleita é Rosi Fiuza (MDB). A eleição suplementar ocorreu após justiça eleitoral ter indeferido o registro de candidatura de Daltro Fiuza (MDB).

Com 100% das urnas apuradas por volta das 18h35, teve 10.768 mil votos, o que corresponde a 52,40% dos votos válidos e foi declarado vencedor pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS). O segundo colocado, Enelvo Felini, do PSDB, teve 9.782 mil votos, o equivalente a 47,60%.

A eleição em Sidrolândia teve 1,58% votos brancos e 1,88% votos nulos. A abstenção atingiu os 31,29%.

Vanda Camilo (PP) contou com apoio dos partidos MDB, PT, PDT, PL, PSL, PSD, PSB, PTB, Rede e Republicanos. Ela votou por volta das 9h30 deste domingo e aguardou o resultado em casa, saindo em carreata após resultado final.  

A posse de Vanda e Rosi está marcada para 2 de julho.

Apoiadores de Vanda já comemoram resultado
( Foto: Reprodução/Facebook)

Ela foi eleita vereadora nas eleições de 2020, com 689 votos, que correspondeu a 2,87 dos votos válidos. Em janeiro deste ano, foi eleita Presidente da Câmara de Sidrolândia e assumiu a Prefeitura Municipal, interinamente, após afastamento pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do candidato a prefeito com maior número de votos, Daltro Fiuza, do MDB, que é esposa da sua vice, na chapa para prefeitura.

No mês de março deste ano, o TSE marcou as eleições suplementares, após vencidos todos recursos de Daltro.

A prefeita eleita hoje vai representar 59.245 habitantes. A cidade sul-mato-grossense tem um PIB de R$ 1.632.087.207,00 e um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0,686, segundo a última medição do IBGE, que é de 2010. O IDH vai de 0 a 1 – quanto maior, mais desenvolvida a cidade – e tem como base indicadores de saúde, educação e renda. A média no Brasil é de 0,765, segundo dados de 2019 divulgados em 15 de dezembro de 2020 pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD).

Cabe a prefeita decidir onde aplicar os recursos repassados ao município pelo Estado ou pelo governo federal e como administrar o que é arrecadado de impostos, como IPTU e ISS. Ele também é responsável pelas políticas de áreas como educação, saúde, moradia, transporte público e saneamento básico. Para isso, conta com secretários que são nomeados. O prefeito também precisa trabalhar junto com os vereadores, que representam os cidadãos no Legislativo municipal.