Professores e a Prefeitura de Campo Grande voltaram a debater o pagamento dos 10,39% de reajuste salarial que deveria ter sido aplicado nos vencimentos relativos ao mês de novembro de 2022.
A prefeitura Adriane Lopes alega não ter recursos em caixa para cumprir com a Lei do Piso das 20h, que trata do parcelamento do reajuste dos professores. Os educadores, por sua vez, querem o percentual e já chegaram até mesmo a fazer uma grave em dezembro passado, mas que acabou suspensa por determinação da Justiça.
Nesta segunda-feira (16), ficou decidido que uma comissão será criada pela Prefeitura para avaliar como será aplicado o reajuste. A ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública) e vereadores também estiveram presentes no encontro. Ficou acertado ainda uma nova reunião entre os técnicos da Prefeitura e os representantes da ACP na quinta-feira (19), às 9h.
De acordo com a prefeita, na próxima reunião as equipes vão se reunir para discutir como pode ser executado o reajuste salarial. “Abrimos o diálogo para alinhamento, para execução do que é necessário”, citou ela.
Já o presidente da ACP, Gilvano Bronzoni, comentou que só aceitou a conversa porque o pagamento do reajuste é dado como certo. “A comissão não vai estudar se vai dar para cumprir o reajuste, e sim como vai será executada”, afirmou.
Veja o vídeo divulgado pela ACP sobre a reunião desta segunda-feira com a prefeita:




















