03/03/2017 08h00
Sem critérios, tapa-buracos se torna “apagar de incêndio” em Campo Grande
Serviço é feito sem critérios, na base do “olhômetro”, afirma a prefeitura
Correio do Estado
O serviço de tapa-buracos em Campo Grande é feito sem critérios técnicos, com decisões baseadas apenas no “olhômetro”. “Usamos o bom senso”, afirmou a assessoria de imprensa do município, acrescendo que as equipes trabalham nas vias consideradas mais críticas conforme tomam conhecimento desses locais. As frentes de trabalho são definidas no dia anterior. Sem estabelecimento de prioridades, vias de elevado fluxo, como algumas da região central, permanecem esburacadas.
“Muitas vezes a programação de trabalho é reformulada às pressas para atender um problema pontual gerado, por exemplo, pela chuva da noite anterior que comprometeu o sistema de drenagem de determinada região, onde enxurrada acabou arrastando parte do pavimento”, disse a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) por meio de nota. Conforme a secretaria, este foi o caso da avenida Rachid Neder, no bairro Monte Castelo, na rua Sergipe, no Jardim dos Estados ou na rua Minas Gerais, via que dá acesso às Moreninhas. Nestes locais, o estrago exigiu vários dias de serviço.




















