
Presidente dos EUA afirma que líder supremo iraniano foi alvo de ofensiva norte-americana e israelense; ofensiva deve continuar para “garantir a paz no Oriente Médio”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (28) que o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, foi morto em ataques coordenados entre forças norte‑americanas e israelenses contra alvos em território iraniano — declaração que intensifica ainda mais a já grave escalada militar no Oriente Médio.
Na postagem feita em sua rede Truth Social, Trump declarou que Khamenei, a quem chamou de “uma das pessoas mais malignas da história”, não conseguiu escapar dos “sofisticados sistemas de rastreamento” dos Estados Unidos e aliados. Segundo ele, a ação representa “justiça não apenas para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e povos de vários países ao redor do mundo” que teriam sido vítimas do regime xiita.
O presidente também afirmou que membros da Guarda Revolucionária e outras forças de segurança iranianas estariam abandonando o combate e buscando imunidade em negociações com Washington, após os ataques deste sábado. Trump declarou esperar que esses grupos se juntem aos chamados “patriotas iranianos” para reconstruir o país em breve.
Segundo Trump, os ataques continuarão “sem interrupção, ao longo da semana ou pelo tempo que for necessário” para alcançar o objetivo de “paz em todo o Oriente Médio e, de fato, no mundo”.
Mais cedo, o primeiro‑ministro de Benjamin Netanyahu, de Israel, afirmou que as forças militares do país destruíram o complexo do líder supremo iraniano e que ele “não está mais entre nós”, reforçando declarações sobre o resultado dos ataques.
Até o momento, autoridades oficiais do Irã não emitiram confirmação sobre a morte de Khamenei, e a situação no terreno permanece instável à medida que a ofensiva conjunta segue e tem potencial para desencadear respostas regionais e internacionais mais amplas.



















