shy solicitou também que a prefeitura realizasse estudos para a implantação de uma micro usina solar fotovoltaica (Foto: Valdenir Rodrigues/CMD)

O vereador Elias Ishy (PT) tem feito a defesa de um projeto para que o governo realize reformas elétricas e de esgotamento sanitário nas escolas em Dourados. Várias unidades escolares estão funcionando com estruturas precárias, sem passar por revitalizações há anos, o que encarece a conta, inclusive, da manutenção.

Em agosto, o parlamentar questionou a prefeitura sobre o assunto quanto às Escolas e CEIMs (Centros de Educação Infantil), para saber quais unidades utilizam o tratamento via fossas sépticas, quais já poderiam utilizar a rede de esgoto, as que necessitam da troca de transformador e fiação, as que já solicitaram a benfeitoria e as ações que o Executivo está tomando para resolver as demandas.

Em resposta ao requerimento quanto a energia e o saneamento, a prefeitura informou que a secretaria de educação realizará um estudo para verificar a atual situação das instalações, mas ressaltou que no presente momento estão sendo elaborados projetos de reforma e manutenção de 16 locais.

Ishy voltou a questionar as ações, pois quer saber quais são os contemplados, os critérios para a escolha, as obras previstas, além da previsão orçamentária e o cronograma de execução. “Metade das escolas tem problemas com oscilações na rede elétrica,  o que interfere no funcionamento dos aparelhos de ar condicionado, por exemplo, refletindo diretamente nas condições de trabalho dos profissionais. Fora os riscos às nossas crianças”, explica.

Em fevereiro deste ano, ele solicitou também que a prefeitura realizasse estudos para a implantação de uma micro usina solar fotovoltaica, com o objetivo de abastecer todas as unidades consumidoras dos órgãos públicos municipais. No sentido de apresentar melhorias, a implantação da energia solar contribuiria, pois tem baixo impacto ao meio ambiente, sem emissões de gases estufa, sem resíduos e sem ruídos. “Estamos preocupados não só com a estrutura – física, mas também com a redução dos gastos públicos”, finaliza. 

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