A Prefeitura de Campo Grande anunciou nesta quarta-feira (26), a abertura de mais 10 leitos de UTIs (Unidades de Tterapia Intensiva), localizada no Hospital Adventista do Pênfigo (HAP). As vagas serão para atendimento de pacientes acometidos de forma mais grave pela Covid-19. Com esta ampliação, o Município passa a contar com 193 leitos de UTI, sendo 49 exclusivos para atendimento de pacientes acometido pelo coronavirus. Veja abaixo, detalhes dos números de leitos, onde que com esta dezena de hoje, o HAP passa a disponibilizar e a ser pago pela gestão municipal, 30 quartos de UTIs.
A expectativa é de que mais outros 10 leitos de UTI sejam abertos no hospital já nas próximas semanas. Desta forma, Campo Grande passará a contar com 203 leitos de terapia intensiva.
“Nossa preocupação maior é com a vida. Estamos trabalhando para ampliar a capacidade de atendimento e dar condições adequadas para que o paciente possa se recuperar. Mas é importante lembrar a necessidade da população reforçar as medidas preventivas para que a gente possa reduzir a disseminação não só da Covid-19, mas todas as outras doenças respiratórias, como a Influenza, que tiveram um aumento expressivo”, destaca a vice-prefeita de Campo Grande Adriane Lopes.
O secretário municipal de Saúde, José Mauro, explica que o Município mantém tratativas com todos os hospitais com objetivo de viabilizar a abertura de novos leitos caso seja necessário. Ele destaca ainda a importância da parceria entre Governo Federal, Governo do Estado e Prefeitura para o custeio destas estruturas. “A abertura destes novos leitos é importante para reforçar a nossa estrutura de atendimento e traz uma segurança e tranquilidade para que a gente consiga atender os pacientes que eventualmente venham a precisar deste tipo de assistência”, diz.
Ampliações e reforço
Recentemente 20 novos leitos clínicos foram abertos também no Hospital Adventista do Pênfigo e outros 90 remanejados na Santa Casa para atendimento de pacientes com síndromes respiratórias, com o objetivo desafogar outras unidades hospitalares, além de absorver a demanda das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Centros Regionais de Saúde (CRSs) da Capital.
Além da ampliação no número de leitos, desde o início do ano, o Município adotou uma série de medidas visando dar um atendimento mais adequado à população diante do aumento de casos de síndromes respiratórias.
Houve reforço no atendimento em toda a rede, com estrutura e mais profissionais, e algumas ações estratégicas foram retomadas, como barreiras sanitárias no Aeroporto e no Terminal Rodoviário e a retomada da desinfecção de ruas e terminais de ônibus da cidade.
Com informações Ascom PMCG











