A direção da Câmara de Vereadores de Campo Grande emitiu nesta quarta-feira (22), um ato administrativo, deixando o uso da máscara facultativo para funcionários e público. O ato publicado nesta manhã coloca como ‘a escolha’ o uso da máscara dentro da Casa de Leis municipal. A decisão vem depois do decreto da prefeitura desobrigando a utilização dos equipamentos de proteção facial, válido desde ontem.
Assim, o Legislativo como Poder e território independente, tinha que oficializar posição e ratificar regra, que segue o decreto municipal do Executivo, que desobriga a utilização em locais fechados na Capital. A retirada da máscara é para praticamente qualquer lugar, mas ainda ficou com exceção de dois ou três recintos com muita proximidade e ou ‘problemas’ de exposição contamitória imediata. As áreas de saúde e transportes públicos, ônibus e táxis/aplicativos, continuarão com a exigência.
O presidente da Casa de Leis, Carlos Augusto Borges, já tinha dito que, nas dependências, usará a máscara quem quiser, descartando qualquer medida contrária ao decreto municipal. Na sessão de ontem, a maioria dos parlamentares não usou.
Segundo o documento, a menção sobre o uso, não mais obrigatório, abrange servidores, estagiários, terceirizados e público em geral. Retroativo, o ato publicado nesta quarta-feira tem validade desde ontem.
Capital ainda segurou alguns dias
O Governo de Mato Grosso do Sul tirou a obrigatoriedade há duas semanas, em ambientes abertos e fechados de todo o Estado. Cotnudo, como decretos mais restritivos, em cada cidade, é o que ‘vale mais’, na Capital, não se revogou a medida naquela semana.
A Prefeitura de Campo Grande decidiu, na mesma ocasião, a manter a utilização nos ambientes fechados. Mas, nova reunião nesta segunda-feira (21), diante de números mais brandos da pandemia, fizeram o município a também tirar a obrigatoriedade.





















