Palestrantes internacionais conhecem estrutura do Sistema Fiems e Bioparque do Pantanal

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Foto: Fiems

Após dois dias de debate sobre educação e inovação no “Business Meeting – Papo de Negócios”, palestrantes do Reino Unido e de Portugal conheceram, nesta quarta-feira (01/06), a estrutura do Sistema Fiems e o Bioparque do Pantanal, em Campo Grande. A visita estimula o intercâmbio de ideias para aliar ensino, pesquisa, criação e transformações tecnológicas.

Guiada pelo gerente da Startup do Sistema Fiems, Odilon Moura, o passeio permite a troca de experiências para aprimorar projetos, além de apresentar um dos principais pontos turísticos de Mato Grosso do Sul. “Nós podemos passar um pouco daquilo que vivemos e temos construído e da riqueza do nosso Estado. Por outro lado, conseguimos aprender bastante com ecossistemas mais maduros. Saber das dificuldades que já enfrentaram para não precisar passar pelos mesmos desafios”, explicou.

Um dos espaços visitados pelos palestrantes foi o Centro de Inovação do Sesi e Sistemas de Gestão em SST, além da sede da Startup e Faculdade Senai de Construção. Para o presidente da TecParques (Associação Portuguesa de Parques de Ciência e Tecnologia), Hugo Coelho, a estrutura já se consolida como um ecossistema. 

“É um ecossistema de inovação muito focado na entrega, em satisfazer as necessidades da indústria, e, no fundo, das pessoas. É direcionado para saúde, tendo por base o conhecimento e a inovação”, afirmou.

O professor britânico Phil Hawkins destacou a qualidade da estrutura do Sistema Fiems, além da capacidade do Bioparque Pantanal. “Eu adoro essa ideia de aliar lazer, educação e pesquisa para abrir a mente, especialmente da próxima geração. É muito importante tocar a natureza para iniciar esse relacionamento tão importante para o futuro do nosso trabalho”, destacou.

Para o educador Jorge Castro, o Bioaparque é um exemplo de como educar com proximidade. “Esse é um bom exemplo de como podemos fazer as coisas bem-feitas, trazendo e aproximando principalmente das crianças e dos jovens, trazendo uma aprendizagem para a vida. E aprendizagem para a vida se faz com ambientes de proximidade, mas também com ambientes onde se conta uma história. E nesse espaço contam-se histórias”.