PMA apreende gado abatido em Coxim após prender cinco por receptação

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(Foto: divulgação PMA-MS)

Uma ação da PMA-MS (Polícia Militar Ambiental de MS) realizada em fiscalização na noite de sábado (16), na Estrada Transpantaneira, já a 80 km de Coxim, barrou furto de gado, já ocorrido e que estava com receptadores da carne, que acabaram sendo presos. Agentes ambientais detiveram inicialmente quatro pessoas por receptação dos animais furtados na região norte de Mato Grosso do Sul.

Conforme a PMA, um dos presos, deveria fazer sempre ou já fez o comércio clandestino em outras oportunidades, pois ele tinha até bloco de anotações de outras transações. Na ação, os policiais ambiental abordaram os homens que estavam em um veículo Toyota Hillux e na carroceria foi encontrada embalada em uma lona carne fresca de gado, bem como duas cabeças, além de duas facas, quatro facões e duas chairas.

“Os elementos entrevistados separadamente apresentaram informações contraditórias sobre a carne e, então, o dono do veículo confessou que teriam abatido duas vacas em uma fazenda e que teriam comprado do capataz. Assim, a equipe fez contato com o gerente da fazenda, que informou que o capataz não tinha autorização para abate e comércio de gado da fazenda e que ele estaria, dessa forma, ele havia furtado o produto”, registrou a polícia.

De acordo com a PMA, foram apreendidos o veículo, a carne dos animais abatidos, as facas, facões e chairas. A PMA deu voz de prisão aos infratores, de 21, 37, 44 e 47 anos, residentes em Coxim, e os encaminhou, juntamente com o material apreendido, à delegacia de Polícia Civil da cidade, onde eles foram autuados em flagrante por receptação do gado. O capataz de 57 anos, residente na fazenda será indiciado por furto.

Caderno de notas

A fiscalização dos agentes ainda no carro, revelou que o que seria dono do veículo, era mentor do ‘comércio’ e que tem a pratica por diversas outras vezes. “Foi encontrado um caderno de propriedade do proprietário da Hillux com anotações de compras e distribuições de outros animais por ele adquirido em datas anteriores. Isto mostra que é contumaz na ação do abigeato”, apontou a PMA.

A pena para o abigeato (roubo ou furto de animais) é de dois a cinco anos de reclusão.