
O acampamento em frente ao CMO (Comando Militar do Oeste), na Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande, entra no 18° dia nesta quinta-feira (17), de manifestações consideradas antidemocráticas e com viés golpista. Hoje, duas viaturas da Polícia Militar estão no estacionamento da base.
Apesar da diminuição da presença no local ante ainda toda esforço e determinação judicial do STF (Supremo Tribunal Federal), para fim de ditos protestos, não há também reação das autoridades de Mato Grosso do Sul, vide governo do Estado e prefeitura de Campo Grande, para retirada de pessoas e veículos que estão fora da Lei, infringindo a Constituição e legislações secundárias, em uma das vias mais importantes da Capital.
“Não tem nenhuma sinalização de retirada ou encerramento da manifestação”, aponta um membro da PM-MS (Polícia Militar de MS) ante nada de atitude das autoridades locais para cumprir sentença do STF e por fim nos julgados e considerados atos contra a Democracia e a Constituição Federal do Brasil.
Hoje, alguns veículos de passeio e caminhões continuam estacionados em uma das faixas da avenida, onde não poderiam estar. Mas, não se bloqueia a via, com isso, duas pistas estão liberadas para o fluxo do trânsito. Contudo, mesmo assim há o transtorno no local e acima de tudo, nos horário de pico há lentidão no trânsito, mas não há registro de congestionamento.
Camping continua
O período da manhã ou até o inicio desta tarde de quinta-feira, a concentração de pessoas é menor se comparado ao dia anterior, além do número de veículos que estavam estacionados. Porém, o camping e tendas com bandeiras e faixas se mantêm no local.
Resumo
Os manifestantes estão no trecho desde o dia 31 de outubro, após o resultado das eleições presidenciais. O grupo protesta contra o resultado das urnas, em 30 de outubro, que não reelegeram o candidato presidente Jair Bolsonaro (PL).
O manifestantes de Campo Grande, como ainda em algumas outras cidades pelo Brasil, pedem uma fora da Lei, intervenção militar contra os resultados legítimos e oficiais do segundo turno da eleição para Presidente da República, que consagrou vitória para Luis Inácio Lula da Silva (PT).




















