MS terá outra mulher na esplanada com Lula anunciando Cida Gonçalves como ministra das Mulheres

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Mato Grosso do Sul voltará novamente a ocupar uma vaga na esplanada dos Ministérios, com outra mulher, Aparecida Gonçalves, anunciada como a nova ministra das Mulheres. O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, a pouco, na manhã desta quinta-feira (22), o nome de varios outros Ministros, desta vez mostrando as futuras Ministras, entre elas, a Sul-mato-grossense consultora especialista em gestão de políticas públicas e violência contra a mulher.

Com a confirmação, o petista confirma o primeiro nome de Mato Grosso do Sul no primeiro escalão do novo governo. Há a expectativa ainda que a senadora Simone Tebet, faça parte do novo governo. Mas, ela não foi contemplada com o Ministério de Desenvolvimento Social, o qual ela pleiteava, e assim, parece recusar outros já oferecido, como as também poderosas pastas da Agricultura e Meio Ambiente.

Já Aparecida Gonçalves, ou, Cida Gonçalves, como é mais conhecida, está a anos em MS, mas é natural de Clementina, interior de São Paulo. Ela escolheu MS para morar e viver, sendo militante dos movimentos sociais e do PT. Ela já foi candidata a deputada constituinte em 1986, quando obteve 1.156 votos e era a única mulher a pleitear a vaga no Estado. Cida também tentou duas vezes ingressar na Câmara dos Vereadores de Campo Grande, pelo PT, em 1988, e depois, no ano 2000, quando Zeca era govenrandor, mas também não alcançou vaga.

Cida Gonçalves, no curriculum tem que já foi secretária nacional de Violência contra Mulher nas gestões de Lula e da presidenta Dilma Rousseff (PT). Bem como, trabalhou na Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres no então governo Zeca do PT, 2003 a 2010, e foi coordenadora de Atendimento as mulheres em situação de Violência na Secretaria de Assistência Social do Estado.

MS terá outra mulher na esplanada com Lula anunciando Cida Gonçalves como ministra das Mulheres

Indicação e luta dos Movimentos Sociais

Cida Gonçalves é o primeiro nome de Mato Grosso do Sul no primeiro escalão de Lula. Ela contou com o apoio dos movimentos sociais e do PT para assumir a pasta. A futura primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, queria para o posto a professora Maria Helena Guarezi, que foi diretora da Itaipu.

“Fui Secretária de 2006 a 2016. Estive no governo Lula, de 2006 a 2013, trabalhando na questão das políticas e ações temáticas e principalmente na violência contra a mulher. Eu espero e acredito que o que o governo do presidente Lula e vice Alckmin aguardam é essa experiência, fato que eu sou técnica da gestão de políticas públicas e vá contribuir tecnicamente e politicamente neste novo momento “, declarou quando foi indicada para a equipe de transição.

Conforme perfil e o que já trabalhou, Cida Gonçalves, dará uma guinada no Ministério das Mulheres, que foi praticamente destruído e pautado pela ideologia mroal-religiosa da pastora Damares Alves, então titular da pasta até abril deste ano, quando saiu para concorrer nas eleições de outubro. Ela foi eleita senadora pelo Republicanos do Distrito Federal.

Simone

O outro nome de MS cotado para integrar o novo ministério é da senadora Simone Tebet (MDB), que ficou em 3º lugar na disputa presidencial ao obter 4,9 milhões de votos nas eleições deste ano. Ela queria assumir o MDS (Ministério do Desenvolvimento Social), mas a pasta será comandada pelo ex-governador do Piauí, Wellington Dias (PT).

A senadora pode ainda ser nomeada para o Ministério da Agricultura, pasta para a qual estava cotada desde o início da campanha eleitoral.

De olho na disputa da presidência da República em 2026, Simone aponta querer somente assumir o MDS, vitrine petista e que inclui o Bolsa Família.

História de ministros de MS

MS teve no então atual governo, por quase quatro anos, a então ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que era deputada federal, asumindo a pasta desde 2019, inicio da gestão de Jair Bolsonaro, ee fiocu até abrilde 2022, uando teve que sair para as eleições de outubro, quando foi eleita Senadora por MS.

O Estado também já te outros nomes, mas todos homens, sendo o último Luís Henrique Mandeta, ministro da Saúde, dos quase dois primeiros anos de Bolsonaro. E antes dele, Delcidio do Amaral, que foi ministro das Minas e Energia, nas gestões Lula e Dilma, saindo para então se eleger senador por MS.

E ainda mais antigo, o Ramez Tebet (pai de Simone) que foi ministro e também presidente do Senado Federal.