Deputado Peninha Mendonça (MDB-SC) escreveu em rede social que novo Congresso eleito é mais ‘conservador’ do que o atual e que, portanto, chance de aprovar sua proposta é maior.
05/11/2018 19h56
Por: Fernanda Calgaro/G1
O deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC) afirmou nesta segunda-feira (5), em sua conta no Facebook, que recebeu uma ligação do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) pedindo para deixar para 2019 a votação de um projeto de lei de autoria do parlamentar catarinense que revoga o Estatuto do Desarmamento.
A proposta foi discutida por uma comissão especial na Câmara, que aprovou um parecer há três anos. Desde então, a matéria está na fila para entrar na pauta do plenário.
Na semana passada, o deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF) – líder da chamada “bancada da bala” – defendeu, em entrevista à Rádio Eldorado, que a revogação do estatuto fosse aprovada ainda este ano.
“Se forçássemos a barra para votar este ano, haveria risco de a proposta ser rejeitada – e um trabalho de seis anos iria pelo ralo. A composição do novo Congresso é mais conservadora. Com os novos deputados, as chances de aprovarmos o PL 3722 (de 2012) são bem maiores”, ressaltou Peninha no Facebook.
Na justificativa do projeto, o deputado de Santa Catarina alega que o Estatuto do Desarmamento “não se revela em compasso com os anseios da população” e “muito menos se mostra eficaz para a redução da criminalidade no país”.
Ele argumenta ainda que, “muito mais do que uma norma técnica no campo da segurança pública”, a lei “é uma norma ideológica”.





















