Mostra “Riscos Invisíveis” integra semana nacional de prevenção e segue até 8 de maio
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul abre a partir desta segunda-feira (4), em Campo Grande, uma programação voltada à conscientização sobre assédio e discriminação no ambiente de trabalho, com destaque para a exposição “Riscos Invisíveis”.
A mostra integra as ações da Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) na Semana Nacional de Prevenção ao Assédio e à Discriminação e ficará aberta à visitação até o dia 8 de maio, no hall em frente aos plenários da sede do Tribunal, na Capital.
Com foco na mudança de cultura institucional e na promoção de ambientes mais seguros, a exposição aborda temas como saúde mental no trabalho, relações de hierarquia, direitos dos trabalhadores e acolhimento.
Organizada em oito eixos temáticos, a mostra apresenta reflexões como “O que são os riscos invisíveis?”, “Falar é um direito” e “Prevenir o assédio é um compromisso institucional”, buscando estimular o debate entre servidores e colaboradores.

A iniciativa marca o início de um processo de letramento institucional dentro do Judiciário e faz parte de uma programação nacional alinhada à política de enfrentamento ao assédio e à discriminação no serviço público.
Após a exibição na sede do TJMS, a exposição será levada ao Fórum de Campo Grande e ao Centro Integrado de Justiça, ampliando o alcance da ação para outras unidades do Judiciário no Estado.
Paralelamente à mostra, o Tribunal também promove o II Seminário “Ética, Justiça e Igualdade: o papel do Judiciário no combate ao assédio e à discriminação”, marcado para o dia 7 de maio, às 15h, no auditório do Tribunal Pleno.
O evento contará com palestra do conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Fábio Esteves, responsável pela política nacional de prevenção e enfrentamento ao assédio e à discriminação.
Ao longo da semana, o Núcleo de Acolhimento do TJMS também realizará visitas a setores internos para distribuição de material educativo, reforçando as ações de conscientização entre servidores.
Segundo o Tribunal, a proposta é fortalecer um ambiente institucional mais ético, inclusivo e respeitoso, com incentivo ao engajamento coletivo no enfrentamento a práticas de assédio e discriminação.











