Um protesto marcou o início dos trabalhos de coleta de lixo em Campo Grande na manhã dessa sexta-feira (15). Os funcionários do consórcio CG Solurb atrasaram a saída dos caminhões para cobrar, entre outras coisas, o reajuste salarial e uma jornada diferenciada do serviço.
A manifestação ocorreu na sede da empresa, situada na Avenida Gunter Hans. O grupo exibiu uma faixa escrito: “Aprove já! A limpeza urbana precisa ser valorizada”, em referência ao Projeto de Lei Federal 4.146/2020, que regulamenta a profissão dos trabalhadores de limpeza urbana, criando um piso nacional.
Nesse sentido, diversos funcionários de empresas de coleta de lixo do Pais se mobilizam para protestar e pedir a aprovação da proposta no Congresso Nacional. “A nossa delegação foi para Brasília tentar a aprovação no Senado. Já temos algumas assinaturas”, disse o presidente do Steac (Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Asseio e Conservação), Ton Jean Ramalho.
Mato Grosso do Sul possui 4,5 mil trabalhadores na área, que atualmente recebem um salário mínimo (R$ 1.621) para jornada de 44 horas semanais, de segunda a sábado. Eles querem receber dois salários mínimos, totalizando R$ 3.242, mais 40% de insalubridade, aposentadoria especial, plano de saúde e carga horária de 36 h/s ou 40 h/s.





















