Ministro do STJ visita Fiems em encontro empresarial

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Foto: Divulgação

A Fiems recebeu nesta segunda-feira (18) a visita do ministro do Superior Tribunal de Justiça, João Noronha, junto a desembargadores, juízes, advogados e representantes do judiciário em Mato Grosso do Sul. Em um encontro empresarial realizado junto ao projeto Conversa com o Judiciário, da Editora JC, os participantes discutiram características e demandas das instituições participantes. Representando a Fiems, o vice-presidente da instituição Crosara Júnior destacou a importância da aproximação entre setor produtivo e judiciário no estado, que apresenta números expressivos de crescimento.

“O Mato Grosso do Sul vive um momento muito bom, com mais de 120 bilhões em investimentos privados no Estado. Quando a gente traz aqui uma discussão como essa é porque acredita que o diálogo do judiciário próximo às empresas é justamente o que dá segurança, aquilo que cria o ambiente para que os negócios possam prosperar, acontecer. Não há ferramenta maior para distribuição de renda que o emprego, o trabalho”.

O vice-presidente descreveu, ainda, tendências dos principais setores produtivos sul-mato-grossenses, como o aumento do valor agregado dos produtos agropecuários por meio da industrialização. “Trazer o judiciário para perto faz com que a gente possa conversar, discutir, transmitir aquilo de que precisamos para prosperar como sociedade. E é importante que a gente escute não só o ministro como também o juiz, o desembargador, o advogado que está na ponta do processo”.

O ministro do STJ reitera a relevância de diálogos como o realizado hoje na Fiems. “Nós precisamos entender o negócio dos nossos jurisdicionados. Nossas decisões repercutem nas empresas. Uma assinatura de um juiz pode inviabilizar uma iniciativa comercial, uma cidade, um segmento econômico. Daí a importância da gente conhecer os problemas pelos quais passam as empresas e pensar como vamos situar esses problemas dentro da legislação, buscando soluções jurídicas”.

Ele finaliza enfatizando o valor da atuação próxima entre as instituições para beneficiar a atuação de ambas. “O diálogo entre o judiciário e os segmentos da sociedade – aqui, no caso, com as empresas e alguns representantes do agronegócio – é fundamental para que a gente tenha plena consciência da repercussão das nossas decisões”.