Morre aos 85 anos ex-primeira-dama de Mato Grosso do Sul e de Campo Grande

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(Foto: Reprodução)

Viúva do ex-governador Marcelo Miranda, ela faleceu em São Paulo menos de três semanas após a morte do marido e será sepultada em Paranaíba

A ex-primeira-dama de Mato Grosso do Sul e de Campo Grande, Maria Antonina Cançado Soares, morreu neste sábado (11), aos 85 anos. A informação foi confirmada pela família por meio de um comunicado de falecimento. Ela estava em tratamento de saúde em São Paulo e morreu apenas 18 dias após a morte do marido, o ex-governador Marcelo Miranda.

Conhecida por familiares e amigos como dona Mariita, Maria Antonina não participou do velório nem do sepultamento do ex-governador, realizado em 24 de junho, justamente por permanecer na capital paulista para acompanhamento médico.

Natural de Paranaíba, ela será velada na manhã deste domingo (12), na capela da Pax Vida, no Centro da cidade. O sepultamento está previsto para ocorrer durante a tarde.

Atuação como primeira-dama

Maria Antonina exerceu o cargo de primeira-dama de Mato Grosso do Sul durante os dois mandatos de Marcelo Miranda no governo estadual. Também foi primeira-dama de Campo Grande quando o marido comandou a administração da Capital.

Ao longo desse período, participou de ações de representação institucional e acompanhou projetos sociais desenvolvidos durante as gestões do ex-governador.

Ela deixa os filhos Ana Cecília, Ana Cristina, Paulo Eduardo e Paulo Henrique, além de netos, bisnetos, familiares e amigos.

Homenagem da família

Em nota, o deputado estadual João Henrique Catan, neto de Maria Antonina, destacou a trajetória da avó e sua ligação com a história de Paranaíba e de Mato Grosso do Sul.

Segundo ele, Maria Antonina integrou uma geração de famílias pioneiras que contribuíram para a formação do Estado. “Minha avó sempre teve um amor profundo por Paranaíba. Foi aqui que nasceu, constituiu sua família e escreveu sua história ao lado do meu avô. Ela pertence a uma geração de homens e mulheres que ajudaram a construir a identidade do nosso Estado. Seu legado permanecerá vivo na nossa família e na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la”, afirmou.

A morte de Maria Antonina ocorre poucas semanas após o falecimento de Marcelo Miranda, encerrando uma trajetória marcada pela atuação pública do casal na política sul-mato-grossense ao longo de várias décadas.