A celebração dos 248 anos de Corumbá tem como eixo a valorização de moradores que fazem parte do cotidiano da cidade. Com os conceitos “Nossa Cidade, Nossas Raízes” e “Nossa Gente, Nossas Raízes”, a iniciativa reúne histórias de sete personagens ligados a diferentes áreas de atuação e trajetórias no município.
A proposta é apresentar pessoas reconhecidas principalmente nas comunidades onde vivem e trabalham, aproximando a celebração do aniversário da população e destacando contribuições presentes no dia a dia de Corumbá.
Entre os personagens está Maria José, que trabalha há 27 anos na Casa do Artesão e se define como uma pessoa ligada ao Carnaval. Angelino Ferreira atua com salsaparrilha, planta nativa da região, desde antes de 1980. Segundo ele, o trabalho começou por necessidade e se tornou parte de sua relação com a cidade.
Jorge Rodrigues da Silva começou vendendo verduras nas ruas e passou a trabalhar com plantio em uma comunidade quilombola. Além da produção, utiliza a experiência para ensinar filhos, moradores da comunidade e estudantes sobre as possibilidades de cultivo na área.
Neura chegou a Corumbá há cerca de 20 anos, grávida da filha, e trabalha com costura há quase 18 anos. A atividade registra aumento de demanda especialmente durante o Carnaval. Jones da Conceição Pereira, por sua vez, atua como mecânico e professor e acumulou experiências no Senai e nas redes estadual e municipal de ensino.
A campanha também apresenta as trajetórias dos professores Lígia Baruki e Wilson Melo. Lígia recebeu o título de cidadã corumbaense e atua no magistério desde os 16 anos. Wilson está há 50 anos em Corumbá e participou da implantação do primeiro curso de Psicologia do oeste brasileiro.
Ivanilde Lima Rodrigues completa o grupo. Ela trabalhou em restaurantes e eventos, incluindo o Grand Hotel, e aprendeu a atuar na área ao se oferecer para auxiliar na realização de grandes festas e eventos.
Os personagens mostram diferentes formas de contribuição para a cidade, desde atividades ligadas ao artesanato, gastronomia e costura até educação, mecânica e produção agrícola. O ponto comum entre as histórias é a relação construída com Corumbá ao longo dos anos.
Os vídeos podem ser vistos no You Tube da Fundação da Cultura de Corumbá e no Instragam da Fundação da Cultura.





















