PF flagra mulher com R$ 1.700 para compra de votos em Corumbá

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Foto: PF/Divulgação

A Polícia Federal conduziu nesta quarta-feira (30/9) uma mulher à Delegacia de Polícia Federal em Corumbá para prestar esclarecimentos em investigação sobre suspeita de captação ilícita de sufrágio, popularmente conhecida como compra de votos, no contexto das Eleições 2026.

Segundo a apuração, houve o recebimento de informações sobre possíveis locais destinados à entrega de valores em dinheiro a eleitores no município.

Durante as diligências, foram apreendidos R$ 1.700 em espécie e também foram recolhidos materiais de propaganda eleitoral, incluindo santinhos de candidatura.

A investigação segue em andamento para esclarecer a origem dos valores, o envolvimento de outras pessoas e a extensão da prática.

O que diz a lei?

A oferta, promessa ou entrega de dinheiro, benefício ou vantagem em troca de voto configura crime eleitoral, com pena de reclusão de 2 a 4 anos, além de multa. A conduta compromete a liberdade do voto e a lisura do processo democrático.

Ainda segundo a PF, a população pode colaborar com a fiscalização enviando informações sobre irregularidades à Justiça Eleitoral ou à Polícia Federal, de forma sigilosa, pelos canais oficiais.

“O voto é livre e intransferível. Ninguém pode comprá-lo, nem vendê-lo. “Quem aceita ou oferece vantagem também comete crime”””, reforça a instituição policial.