Mulher executada em Maracaju já esteve presa por furtar porco, lenha e mandiocas

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Foto: Maracaju Speed

Uma mulher de 29 anos foi assassinada na tarde de ontem (28), em Maracaju. A vítima fazia uso de tornozeleira eletrônica e acumulava uma extensa ficha criminal e, inclusive, deixou o presídio há cerca de cinco meses.

Conforme a ocorrência, a mulher foi surpreendida por dois homens em frente de sua residência, na Rua Coronel Zelito, no bairro Vila Adrien. Os autores ocupavam uma motocicleta e o garupa efetuou vários disparos com uma pistola de 9 milímetros.

A vítima não resistiu e faleceu ainda no local. No local, a perícia recolheu oito estojos da munição e um projétil. Em diligências pela região, a Polícia Militar chegou a prender duas pessoas, supostamente envolvidas na execução.

A investigação apura a motivação para o crime e acredita que tenha relação direta com a disputa da regiaõ por facções organizadas. A mulher seria integrante do Comando Vermelho (CV).

Mulher já foi presa por furtar um porco

Conforme os registros, a mulher foi presa por furtar, em 2020, um porco de 40 quilos doméstico, avaliado em R$ 300, juntamente com outras pessoas. Todos os envolvidos foram presos e condenados a quatro anos e um mês de reclusão em regime inicial fechado e pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 300.

No mesmo ano, foi flagrada furtando 45 pés de mandioca e lenhas de eucalipto na Vila Juquita, causando um prejuízo de R$ 250. Além de furto, a mulher respondia por crimes de roubo majorado, perturbação da tranquilidade, lesão corporal, ameaça e dano qualificado. Também gerenciava uma boca de fumo na cidade.