Clínica da Família completa 2 anos levando atendimento para os beneficiários

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28/10/2019 17h21
Por: Redação

Em 16 de outubro de 2017, a Cassems inaugurou um espaço destinado à integralidade do atendimento, com foco na atenção primária, prevenção de doenças e na promoção da saúde. A Clínica da Família dispõe de atendimento com pediatra, alergista pediátrico, cirurgião pediátrico, endócrino pediátrico, neuropediatras, infectologista, nutricionista, psicólogos, assistente social, fonoaudiólogo, ginecologista e médicos generalistas. Em dois anos de funcionamento, a Clínica já realizou mais de 39 mil atendimentos em diversas especialidades. Dessas, mais de 6.100 foram na Pediatria.

A Atenção Primária à Saúde é uma estratégia de organização da atenção à saúde voltada para responder de forma regionalizada, contínua e sistematizada à maior parte das necessidades de saúde de uma população, integrando ações preventivas e curativas, bem como a atenção a indivíduos e comunidades.

De acordo com a diretora de Assistência à Saúde da Cassems, Maria Auxiliadora Budib, a Clínica recebe 2 mil pessoas por mês, que são acompanhadas ao longo do seu ciclo de vida. “Aqui, fazemos o genograma para saber como está a família. Da saúde da criança, o que é levado a mesa, os animaizinhos. Então, nós prezamos por esse cuidado com uma orientação integral”.

Para Maria Antônia Rodrigues, diretora Financeira da Caixa dos Servidores, este projeto oferece o que é de melhor em assistência à saúde para os servidores públicos do estado. “Estou muito feliz, esse é um projeto que deu certo, uma nova forma de se fazer saúde em Mato Grosso do Sul. Eu espero que, nos próximos anos, tenhamos novas propostas e possamos estender essas unidades ao interior”.

A coordenadora da Clínica da Família, Larissa Muller, afirma que o número de consultas vêm crescendo e os beneficiários têm aderido à proposta da prevenção. “Essa é uma proposta inovadora da Operadora para os beneficiários. É um prazer estar à frente dessa unidade, a clínica propõe o atendimento desde à criança ao idoso”.

Segundo a recepcionista da unidade, Diva Cristina da Silva, o diferencial da Clínica é o atendimento. “De crianças até idosos, quando um paciente chega, fazemos o acolhimento e levamos para a triagem. Logo, ele é chamado para a consulta e após isso, perguntamos se está tudo bem e se ele gostou do profissional que o atendeu”.

A coordenadora de Nutrição da Cassems, Eliana Aguiar Dias, presta atendimentos aos beneficiários e seus familiares e reafirma a importância de um auxílio multidisciplinar à saúde. “Na Clínica da Família, o beneficiário pode ter um clínico geral para chamar de seu. Nesses dois anos, temos tido resultados maravilhosos, principalmente com as crianças, filhos de beneficiários”.

O médico generalista da Clínica da Família, Odilon Coral, atende aos beneficiários desde a sua inauguração e acompanhou a evolução dos pacientes. “Há dois anos, a Clínica foi inaugurada com o papel de tentar integrar toda a família dos beneficiários. Contamos com a parte clínica geral e algumas outras especialidades para integrar os pacientes. Nos últimos dois anos, houve uma fidelização grande dos pacientes e seus familiares”.

A beneficiária Dilma Ferreira da Rocha foi atendida pelo médico generalista Odilon Coral, que também atende aos seus familiares e explica que construiu uma relação de confiança e carinho com o profissional. “A Clínica da Família é praticamente a minha casa, cheguei há dois anos, com a instituição recém inaugurada e me parece que fomos uma família pioneira. Eu, meu marido, meus filhos e meus netos são atendidos. Aqui, parece que é tudo mais fácil, às vezes não precisamos procurar um especialista, isso poupa tempo e paciência”.

A beneficiária Maira Alves de Oliveira trata o seu filho, Felipe de Oliveira, na Clínica da Família. A criança possui Transtorno do Espectro Autista (TEA) e, de acordo com a mãe, a unidade de atendimento da Cassems foi a que melhor lhe acolheu.

“Ele é acompanhado por um fonoaudiólogo e neuropediatra e os profissionais nos abraçaram. Na primeira consulta, eu não sabia se chorava ou falava, porque estava em um nível de estresse muito grande e sofria junto com ele. Ninguém conseguia encostar no Felipe e a Rejane, enfermeira, conseguia triar ele. Ela usava um cavalo, que é o objeto de apego dele, e ia conquistando. Hoje, quando chegamos, ele cumprimenta a todos, consegue conversar, coisas que ele não fazia antes”.

Assessoria Cassems.

Messias Ferreira