Após um dia de sequestro, mulher de empresário é libertada na fronteira

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Câmeras de segurança registraram momento do sequestro (Foto: Reprodução)

Uma postagem nas redes sociais no começo da tarde deste domingo (6), o empresário Jonas Pinheiro informou que sua esposa Célia Donizete de Moraes, de 56 anos, que tinha sido levada na manhã de ontem (5) por homens armados quando chegava a uma empresa da família dele em Ponta Porã, tinha sido libertada.

Após um dia de sequestro, mulher de empresário é libertada na fronteira

“Obrigado Senhor. Ela já está conosco novamente. Obrigado a todos vcs que oraram e torceram por nós”, postou o empresário.

O delegado da Delegacia Especializada de Repressão à Roubo à Bancos Assaltos e Sequestros (Garras), João Paulo Sartore, disse que ela foi resgatada com a integridade física preservada e sem o pagamento do resgate exigido.

Já o diretor da Polícia do Interior, Lupércio Degerone, afirmou que as prisões ocorridas durante a investigação foram preponderantes para a libertação da vítima. “Estamos muito felizes com esse desfecho exitoso”, afirmou.

Assista ao vídeo, onde os delegados comentam resultado da ação policial:

(Vídeo: Redes sociais)

Célia ficou mais de 24 horas nas mãos dos sequestradores e durante as investigações que envolveram policiais brasileiros e paraguaios, uma mulher que negociava o pedido de resgate com a família foi presa em São Paulo e uma moradora de Pedro Juan Caballero que tinha sido a dona do carro usado no sequestro foi detida pela Polícia Nacional.

Ainda não há informações se houve o pagamento de resgate, mas no final da manhã de domingo, surgiu a informação de que R$ 600 mil tinham sido pagos e que a libertação Célia era dada como certa. O fato era negado pelas autoridades.

Ainda nesta tarde a secretaria de Justiça e Segurança Pública do Mato Grosso do Sul deverá dar detalhes das investigações e de como aconteceu a libertação da vítima.

O sequestro da moradora de Ponta Porã mobilizou a população da cidade e de Pedro Juan Caballero e nas redes sociais o desfecho do caso é comemorado por brasileiros e paraguaios.

Participaram também do caso as equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e Guarda Civil Municipal de Fronteira (GCMFron).