De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o País mais deprimido e ansioso da América Latina.
03/09/2019 14h46
Por: Redação
Cansaço, desânimo, tristeza, isolamento e mudanças de humor. Estas são algumas características que podem indicar problemas psicológicos, como a ansiedade e a depressão.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o País mais deprimido e ansioso da América Latina.
O relatório de 2018 apontou que 5,8% da população sofre com algum transtorno mental e o risco de desenvolver alguma doença psicológica pode ser maior com indivíduos em situação de pobreza, de desemprego, diante da morte de um ente querido, com o rompimento de relacionamentos, por doenças, uso de álcool e de drogas e em razão de desigualdades racial ou de gênero.
“Diferente da ansiedade ou da tristeza por uma causa específica, a ansiedade e a depressão são doenças que precisam ser tratadas com psicoterapia, com farmacologia e com uma equipe multidisciplinar assistindo essa pessoa. A religião, a fé, seja ela qual for é importante também, mas o tratamento específico é essencial”, explica a psicóloga do Programa Viver Bem da Unimed Campo Grande, Mariela Nicodemos Bailosa.
A psicóloga destaca que o Viver Bem visa promover mais qualidade de vida aos participantes. “Como o programa oferece uma equipe multiprofissional, que acompanha os beneficiários por meio das oficinas com recorte de nutrição, do convívio social, com exercício físico e outras atividades, acaba estimulando a saúde mental”, pontua.
Infelizmente, casos extremos de ansiedade e depressão quando não tratados adequadamente podem levar o indivíduo ao suicídio. Por isso a importância de manter a saúde mental em dia.
Setembro Amarelo – Para sensibilizar a sociedade foi criado em 2015 no Brasil, o Setembro Amarelo, uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio.
A campanha nacional está em consonância com o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, celebrado no dia 10 de setembro.
A Organização Mundial da Saúde aponta o suicídio como a segunda maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.
“É preciso falar sobre o assunto para que a sociedade consiga identificar os sintomas e para que possa ajudar pessoas à sua volta que sofrem com problemas psicológicos e que, infelizmente, levam muitas vezes ao suicídio”, pontua a psicóloga.
Estar atento ao menor sinal do outro e se colocar à disposição para ouvir e ajudar pode evitar uma tragédia.
Comunicação Unimed Campo Grande.




















