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A Associação Médica de Mato Grosso do Sul defende a autonomia do médico em prescrever a medicação do paciente, independente de aprovação de protocolo. “Entendemos que o profissional médico tem conhecimento para decidir o que for mais apropriado ao paciente. Ainda não temos trabalhos científicos robustos, de teor mais controlado, prontos, mas temos observacionais, como da Unimed de Belém e de Porto Feliz, que tiveram resultados positivos”, afirmou a presidente da AMMS, Dra. Maria José Martins Maldonado.

Ela ainda ressalta a AMB – Associação Médica Brasileira utiliza a Declaração de Helsinki como parâmetro, que é um documento editado pela AMB para nortear os princípios éticos da pesquisa em seres humanos. Um de seus artigos estabelece que: No tratamento de um paciente, quando intervenções comprovadas não existirem ou não forem ineficientes, o médico, após buscar ajuda especializada e com consentimento informado do paciente ou seu representante legal, pode recorrer a intervenções não comprovadas que em seu julgamento ofereçam esperança de salvar a vida, reestabelecer a saúde ou aliviar o sofrimento. Quando possível, tais intervenções devem ser objeto de pesquisa, desenhada para avaliar segurança e eficácia. Em todos os casos, tais informações devem ser registradas e, quando apropriado, publicadas”.

Por isso, a AMMS defende a autonomia do médico em utilizar ou não o protocolo adotado pela prefeitura de Campo Grande em conjunto com a secretaria Municipal de Saúde, para o combate à Covid-19.

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