Equipes estudam o que motivou ataques de piranhas no Balneário Municipal Miguel Jorge Tabox, em Três Lagoas. Nesta sexta-feira (6), o município informou que analisa, avalia e busca justificativa dos ataques, bem como quer soluções para segurança de banhistas, que seguem sem o local, que continua fechado, na terceira maior cidade de Mato Grosso do Sul, a 330 km de Campo Grande.
Balneário municipal em MS é fechado após banhistas serem atacados por piranhas
A Prefeitura também divulgou que o período de reprodução e falta de conscientização pode ter colaborado para ataques. Assim, por enquanto, não há previsão para reabertura do Balneário Municipal, que foi fechado logo após aos ataques do peixe com garra afiadas na boca.
A manutenção, segunda a administração do balneário, é diária, mas diante dos recentes acontecimentos foi intensificada a limpeza no Rio Sucuriú, colocando uma rede para captura que será passada em toda a área de banho em forma de arrastão. “A tela de proteção é nova, então, a possibilidade de estar furada, é baixa”, pontuou.
Ainda conforme a prefeitura, a administração ressaltou que os usuários têm que se conscientizar, pois mesmo com placas de aviso e alertas, acabam por lançar objetos no Rio, comem na área de banho e “isso acaba colaborando em atrair bichos, principalmente agora, que é época de reprodução”.
Ataques de piranhas
A Sedect (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Turismo) comunicou na quinta-feira (5) que os ataques aconteceram dentro da área de banho. Não foi notificado o número exato de pessoas feridas, mas extraoficialmente, se aponta em ao menos 20 vitimas.











